REBECA - REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS DE CINEMA E AUDIOVISUAL
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A cidade esquecida de Henry Ford e a vida que pulsa em Fordlândia: entrevista com Susana de Sousa Dias sobre o filme Fordlândia Malaise.
11:1-7.
2023-01-01
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A seção de filmes do Arquivo Nacional do Brasil: notas sobre a trajetória de preservação de um acervo.
11:01-31.
2023-01-01
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Acid Western ? Contracultura, existencialismo e as fronteiras do gênero western.
11:https://rebeca..
2023-01-01
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Após a perda do mundo: Gosto de cereja e as condições de emergência do cinema contemporâneo.
12:1-21.
2023-01-01
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Cinema brasileiro subalterno contemporâneo.
12:1-21.
2023-01-01
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Divisões e confrontos do campo cinematográfico brasileiro em tempos de Ancine (2006-2017).
12:1-16.
2023-01-01
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Entre Europa, África e América Latina: representações de mulheres negras e brancas em filmes coloniais espanhóis.
11:1-31.
2023-01-01
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Espaços de formação profissional e ampliação do acesso de novos atores sociais ao campo audiovisual.
12:1-21.
2023-01-01
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Identidade em crise: a noção de mineiridade em O Padre e a Moça.
12:1-16.
2023-01-01
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Insegurança perceptual e multissensorialidade no horror nórdico contemporâneo.
12:1-22.
2023-01-01
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Leviathan e a etnografia sensorial.
12:1-25.
2023-01-01
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Os arquivos audiovisuais e a dupla função de conservar e exibir: práticas, usos e novas formas de visibilidade para os acervos.
11:01 / 22-07.
2023-01-01
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Panorama da Política Pública Afirmativa para o Audiovisual no Brasil: 10 anos do Edital Curta Afirmativo (2012-2022).
12:1-26.
2023-01-01
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Perder a mãe: uma jornada pela rota atlântica da escravidão, por Saidiya Hartman.
11:01-06.
2023-01-01
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Por una ecología del archivo. Entrevista con Albertina Carri sobre su filme Palabras Ajenas.
11:01-10.
2023-01-01
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Rambo: Vietcongue, Negro. Revisionismo Histórico em First Blood.
12:1.
2023-01-01
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A Modernidade Contra as Lágrimas: O Melodrama e o Nuevo Cine Latinoamericano.
10:297-321.
2022-01-01
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Articulações cênicas da espacialidade audiovisual: paradigmas criativos e tecnologias do cenário.
11:220-240.
2022-01-01
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As complexas relações arquivísticas, mercadológicas e afetivas diante das práticas de preservação e compartilhamento do arquivo televisivo do Grupo Globo: o caso da plataforma Globoplay.
11:1.
2022-01-01
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CARROSSEL ENCANTADO - apontamentos iniciais para um mapeamento das mostras e festivais de cinema infantil distribuídos pelo Brasil.
11:120-145.
2022-01-01
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COVID-19 e os impactos na produção de festivais de cinema brasileiros: estratégias cotidianas para migração online.
10:174-198.
2022-01-01
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Cinema, gênero e militância social: uma entrevista com a documentarista Helena Solberg.
11:297-308.
2022-01-01
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Circuitos de exibição na Bahia: um balanço das Mostras e Festivais realizados entre 2016 e 2021.
11:43-68.
2022-01-01
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Close certo na telona: o futebol gay e os festivais de cinema como elementos na luta contra a homofobia.
11:93-119.
2022-01-01
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Curta Taquary: o processo de reinvenção de um festival de cinema durante a pandemia da Covid-19.
10:199-218.
2022-01-01
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Esboço para um estudo histórico da gestão Cosme Alves Netto na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
11:1-22.
2022-01-01
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Espaço-Quilombo: Notas sobre mostras e festivais de Cinema Negro no Nordeste Brasileiro..
11:17-42.
2022-01-01
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Festivais de cinema e curadoria: uma abordagem contemporânea.
11:181-202.
2022-01-01
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Festivais de cinema e georreferenciamento: um estudo sobre o território ocupado pela Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em seus primeiros anos.
10:99-122.
2022-01-01
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Festivais de documentário no século XXI.
11:309-316.
2022-01-01
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Festivais de filmes da diversidade sexual e os -LGBTs sem fronteiras-: o caso de um cinema transnacional.
11:69-92.
2022-01-01
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Festivais e mostras de cinema e audiovisual na Bahia: entre trajetórias e práticas de formação cultural.
10:123-149.
2022-01-01
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Memória e ação com o CachoeiraDoc: um festival de cinema com e como política pública.
10:150-173.
2022-01-01
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O Festival de Cinema Científico e Educativo (1954): Jean Painlevé, INCE, B. J. Duarte.
10:47-73.
2022-01-01
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O conceito de convenção cinematográfica de David Bordwell: a limitação do arbitrário.
11:241-258.
2022-01-01
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O pacifista que criou a Bomba Atômica: Guerra, política e ética científica no filme O Início do Fim (1989).
10:397-411.
2022-01-01
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Olhares e perspectivas sobre os festivais audiovisuais.
10:12-16.
2022-01-01
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Plataformização dos festivais de cinema e audiovisual a experiência do MixBrasil.
10:219-243.
2022-01-01
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Um céu Violeta para quem não tem mundo.
11:259-277.
2022-01-01
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'Esse nome nunca valerá nada': imagem de Poe no cinema.
9:334-350.
2021-01-01
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-Revides infantis-: de quando fomos ao cinema e saímos do armário.
9:81-97.
2021-01-01
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A forma do realismo: a crítica de Cyro Siqueira na Revista de Cinema.
10:322-349.
2021-01-01
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A resistência de corpos dissidentes no audiovisual brasileiro através da região anal nas telas.
10:55-83.
2021-01-01
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Autoria deslocada e audiovisualidades engajadas em Bixa Travesty.
10:29-54.
2021-01-01
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Bodylands para além da in/visibilidade lésbica no cinema: brincando com água.
9:98-118.
2021-01-01
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Do Cinema Novo ao vídeo lésbico feminista: a trajetória de Norma Bahia Pontes.
9:20-45.
2021-01-01
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Do prazer à compulsão: práticas compulsivas de consumo em ?Delírios de consumo de Becky Bloom.
10:350-371.
2021-01-01
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Edgard Navarro e o escracho da história.
10:370-377.
2021-01-01
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Efeitos performativos na (des)construção de discursos de gênero e sexualidade no filme O céu sobre os ombros: uma análise a partir da direção de fotografia.
10:111-135.
2021-01-01
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Festivais de documentário em perspectiva sociohistórica.
10:389-396.
2021-01-01
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Flutuações de tempo e espaço por meio do som: voz e música em Família Rodante.
9:225-239.
2021-01-01
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Interações entre ficção e realidade: House of Cards e o mundo real.
9:294-310.
2021-01-01
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Intrigas políticas, tramas escópicas: Eastwood, De Palma e as artimanhas do poder.
10:242-267.
2021-01-01
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Metamorfoses e reencarnações: o retorno digital da Fotogenia.
9:240-254.
2021-01-01
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Notas sobre (in)visibilidade dissidente e políticas públicas no audiovisual brasileiro.
10:16-28.
2021-01-01
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Notas sobre a frescura e a fanchonice em É Fogo na Roupa! (Watson Macedo, 1953).
9:46-66.
2021-01-01
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O beijo da mulher aranha (1981/1985) e as identificações e desidentificações pelas quais nos constituímos subjetivamente.
10:136-158.
2021-01-01
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O par índio/Presidente da República no Brasil.
10:225-241.
2021-01-01
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O que o cinema quer da gente é coragem: negridade e dissidência sexual & de gênero nas produções da Rosza Filmes.
9:158-173.
2021-01-01
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O que quer o cinema queer?.
9:311-328.
2021-01-01
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Otoniel Santos Pereira, cineasta, jornalista, poeta: Invenção e resistência.
10:339-351.
2021-01-01
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Paulo Emílio e Os filmes na cidade (1966): a gênese da comédia musical.
9:272-293.
2021-01-01
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Resenha de 'A arte queer do fracasso', de Jack Halberstam.
30:1-333.
2021-01-01
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Resistência, necropolítica e fantasias de vingança ? Bacurau (2019), de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.
10:1-35.
2021-01-01
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Saint Laurent e a cultura das mídias: notas sobre a abordagem fílmica de Bonello.
10:268-291.
2021-01-01
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Sobre o 'cinema violento' e seus manifestos esquecidos.
10:292-314.
2021-01-01
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Sobre sapatões e visibilidades: notas de pesquisa e vivência.
9:67-80.
2021-01-01
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Um festival para as chanchadas? As conexões entre o Festival Cinematográfico do Distrito Federal e as comédias musicais (1953-1959).
10:74-98.
2021-01-01
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Um sopro de cura: fruição estética e afetação em corpos audiovisuais para cuidar de traumas coloniais.
9:119-140.
2021-01-01
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Uma vez mais: de volta aos debates sobre cinema e ideologia.
10:315-338.
2021-01-01
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A estratificação social na América Latina representada nos espaços domésticos e simbólicos: uma análise comparativa dos filmes Que Horas Ela Volta? e Roma.
8:80-104.
2020-01-01
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AS RELAÇÕES INTERMÍDIAS: TESSITURAS ENTRE CINEMA, MÚSICA E OUTRAS MÍDIAS EM MANHÃ CINZENTA, DE OLNEY SÃO PAULO.
8:254-268.
2020-01-01
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As políticas da luz a partir de Iluminai os Terreiros (2006).
8:177-194.
2020-01-01
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As rachaduras do olhar: para uma revisão do problema escópico em Janela Indiscreta.
9:228-248.
2020-01-01
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Camadas de espaço-tempo em Era o Hotel Cambridge e Esse Amor que nos Consome. O trabalho da direção de arte na fronteira entre documentário e ficção..
8:195-212.
2020-01-01
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Cinema queer brasileiro ou as veias abertas da política da imagem.
18:141-157.
2020-01-01
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Cinemas e audiovisualidades queer/kuir/cuir no Brasil e na América Latina.
18:13-19.
2020-01-01
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Curadoria e cinefilia em salas universitárias: o Cine UFPel e o cinema brasileiro.
9:81-97.
2020-01-01
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De corpos periféricos ao cinema de autorrepresentação: entrevista com Welket Bungué.
9:293-310.
2020-01-01
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Era o Hotel Cambridge - Entre a reforma e a demolição.
9:207-227.
2020-01-01
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Figurar o desejo, recriar o corpo: um estudo comparado de Tsai Ming-liang, Claire Denis e João Pedro Rodrigues.
9:168-186.
2020-01-01
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Imagem-Espaço.
9:148-167.
2020-01-01
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Mulheres na Cinemateca do Museu Guido Viaro.
9:98-113.
2020-01-01
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Neochanchada: Caminhos para a Construção de uma Comédia à Brasileira.
8:238-253.
2020-01-01
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O Consórcio Brasileiro de Cinema, a distribuidora da Embrafilme e o comércio de filmes brasileiros para o exterior.
8:309-320.
2020-01-01
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O Laboratório Imaginário: Práticas Especulativas Localizadas.
9:311-325.
2020-01-01
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O domínio experimental no jogo do ator cinematográfico.
9:187-206.
2020-01-01
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O pai do cinema brasileiro na poesia e nas memórias de Ronaldo Werneck.
8:269-284.
2020-01-01
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O realismo contemporâneo: a estética do fluxo e o presentismo.
9:128-147.
2020-01-01
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O roteiro e suas relações com os modos de produção no cinema brasileiro dos anos 1950: uma análise a partir de quatro estudos de caso.
9:268-292.
2020-01-01
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POÉTICAS E SIGNOS ALEGÓRICOS EM O SOM AO REDOR.
8:129-154.
2020-01-01
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Perspectivas para refletir sobre o novo realismo a partir da representação do espaço e da atmosfera sobrenatural em Quando eu era vivo.
8:213-237.
2020-01-01
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QUANDO ÉRAMOS JOVENS E JÁ ERA TARDE DEMAIS: MÁRIO PEIXOTO, OCTAVIO DE FARIA E A INVENÇÃO DE LIMITE (1931)..
9:353-383.
2020-01-01
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Releituras de Gilberto Freyre pelo cinema brasileiro.
9:114-127.
2020-01-01
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Representações da vida cotidiana do Recife no cinema de Kleber Mendonça Filho.
8:105-128.
2020-01-01
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TELAS MIGRANTES: UMA GEOGRAFIA URBANA DAS SALAS DE EXIBIÇÃO COMERCIAL NO BRASIL DO SÉCULO XXI..
9:57-80.
2020-01-01
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Tessituras labirínticas: a mise en abyme e a metalepse como ramificações da narrativa em ?Bandersnatch?, episódio da série Black Mirror.
9:249-267.
2020-01-01
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Uma sinfonia silenciosa: A cidade contemporânea segundo Harun Farocki.
9:18-37.
2020-01-01
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