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Rita de Cássia Araújo Cosenza

Linha de Pesquisa, desde 2012 em: ?vivências esportivas, antropologia do corpo e psicanálise?. Docente Pesquisadora da UFTM entre 2009 e 2020; e da UNIFEI, Campus de Itabira/MG, desde 2020. Formação em Psicanálise, pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise Clínica (Ibcp). Doutorado (2010) e Mestrado (2005), em ciências sociais, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Especialização em psicologia do esporte. Graduanda no Curso de Bacharelado em Educação Física (2019-2023) e no Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (2019-2023). Link dos artigos de 2021-2022, ainda não publicados: https://drive.google.com/drive/folders/1dqTbep5Ppaosz00kzNRsCb0_AhKtSclP?usp=sharing
Mestrado (2005) e Doutorado (2010), realizados ambos em ciências sociais, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Pesquisas no âmbito da Antropologia e Sociologia Rural; Comunidades e Sociabilidades rurais; Subjetividades sobre direitos e (in)justiças. Em seguida, entre 2011 a 2018, a experiência ministrando disciplinas nos Cursos, da UFTM, de Bacharelado em Psicologia e de Licenciatura em Ciências Biológicas, direcionou o foco das pesquisas para estudos sobre interações entre corpos, sensibilidades humanas, relações de poder e poder de si. Estudos, então, situados nas subáreas da antropologia do corpo; antropologia das sensibilidades e antropologia do poder; fundamentados também pela psicanálise de Sigmund Freud. Este foco de pesquisa se consolidou, ainda mais, na perspectiva multidisciplinar, a partir de 2018, com a minha opção pela formação continuada, ampliando minhas áreas de formação. Quando então, iniciei estudos em psicologia do esporte (curso de especialização lato sensu, concluído em 2019); em Educação Física (curso de bacharelado, em andamento) e em Ciências Biológicas (curso de licenciatura, também em andamento). Estudos que, junto da experiência pratica com esportes, me permitem, cada vez mais, um foco específico em pesquisas sobre sociabilidades, vivências e sensibilidades entre praticantes de esportes, sobretudo, escalada/montanhismo; jiu-jitsu; corridas e natação. Meu percurso profissional foi, portanto, fortemente caracterizado pela multidisciplinaridade e pelos desafios de desbravar novas subáreas de pesquisas, o que envolve enfrentar as dificuldades de se inserir em novos campos de saber (Pierre Bourdieu; Michel Foucault) e também enfrentar os desafios de inverter a forma tradicional da pesquisa antropológica, de estranhar o exótico, para passar a estranhar o próprio campo nativo, ao associar minha vivência de pesquisa com minha vivência pessoal, enquanto esportista.

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