José Rubens Costa Lima
Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (1980), mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (2001) e doutorado em Biotecnologia pela Universidade Federal do Ceará (2014), Programa RENORBIO. É médico da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará, atuando no SVO-Dr Rocha Furtado, e foi médico da SMS de Fortaleza (1985-2019). Tem experiência na área de Saúde Coletiva, ênfase em Epidemiologia, atuando em vigilância epidemiológica e sistemas de informação para a saúde. Nos anos 80, atuou na Erradicação da poliomielite no Ceará e no Brasil, Municipalização e Distritalização da Saúde em Fortaleza. Nos anos 90, atuou na implantação do serviço de vigilância epidemiológica na SMS-Fortaleza, onde foi mentor da criação de ferramentas relevantes para o serviço, tais como os softwares: Quick-EP, para monitoramento da vacinação e de agravos; Sala de Situação eletrônica da RIPSA e o Gerente da Sala de Situação, para automatização da Sala de Situação; Agente de Saúde Eletrônico e Auditor Eletrônico (premiados na ExpoEpi 2008), para dar agilidade com segurança à vigilância epidemiológica na implementação do uso do SIM-web e SINASC-web em Fortaleza, à época, únicos no país. Dedicou-se à integração das bases de dados do IML, SVO, cartórios de registro civil e secretaria de saúde, e dos sistemas de informação ambulatoriais: FastMedic e outros, através da criação do módulo de Notificações do Pages20, ambos visando incrementar a agilidade da vigilância de agravos, nascimentos e óbitos. Paralelamente, investiga, desde 2008, sobre dengue, febre hemorrágica da dengue (FHD) e caracterização da Síndrome de Supra-Hidratação Aguda (SSHA). Defende que existem erros conceituais na clínica e tratamento de dengue, argumentando que complicações e óbitos atribuídos a ela (e a múltiplas outras enfermidades) são relacionadas a supra-hidratações. Busca meios para monitoramento da hidratação venosa na FHD e demais procedimentos médicos através de técnicas não invasivas: Hematimetria com uso de Espectroscopia do infravermelho próximo (NIR) e Caracterização Tecidual por Ultrassonografia (CATUS). Atualmente, dedica-se ao aprimoramento do diagnóstico das causas básicas do óbito.
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