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Priscila Aurora Landim de Castro

Doutoranda em Sociologia (UnB, 2017 - atual), Mestre em Sociologia (UnB, 2011), Graduada em Ciências Sociais (UnB, 2007). Pesquisadora visitante na School of Social Sciences da Cardiff University, Reino Unido (2019) e Pesquisadora associada ao Núcleo de Estudos sobre Violência e Segurança - UnB. Possui experiência na linha de sociologia da violência e tem como interesse pesquisas relacionadas aos temas: menoridade, justiça infantojuvenil, crianças em conflito com a lei, instituições jurídicas, identidade profissional, polícia, policiamento, conflitualidade, gênero e políticas públicas. A pesquisa de doutorado em curso intitulada Marginal-pivete: o governo das crianças e dos adolescentes abandonados e delinquentes em Brasília (1960-1980) tem como objeto o processo de constituição da política de menores no período de criação e consolidação de Brasília como nova capital federal (anos 60, 70 e 80). Essa pesquisa se funda numa investigação documental dos acervos da extinta Vara de Menores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (acervo do TJDFT, período entre 1960 e 1989), o acervo da Vara de Menores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (1960 - 1979), acervo da Fundação Nacional do Menor (FUNABEM) localizado no Arquivo Nacional do Rio de Janeiro (1960-1989), acervo da Fundação Casa em São Paulo (período 1930 - 1980) e o acervo do Hospital Psiquiátrico do Juquery. Possui experiência em pesquisas etnográficas cuja abordagem constituiu o eixo da investigação produzida no mestrado que resultou na dissertação Os convencionais e os especiais: um estudo sobre a construção da identidade dos integrantes do Batalhão de Operações Especiais da PMDF (2011), trabalho que resultou de uma etnografia realizada durante o curso de Formação do Batalhão de Operações Especiais do Distrito Federal (BOPE-DF). Tem interesse na reflexão teórica e metodológica a respeito das etnografias e pesquisas documentais envolvendo fontes sigilosas e segredos de justiça. Esse tema foi objeto da comunicação realizada no Encontro Nacional de Antropologia do Direito (ENADIR 2021), GT 01 - Antropologia do segredo: etnografia de práticas jurídicas, evento no qual foi apresentado o trabalho Etnografando processos judiciais sigilosos e o dilema da morte-apagamento das provas e das fontes.
graduate at sociologia from Universidade de Brasília (2007).

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