Suéllen Satyro Ferreira
Cientista engajada na implementação de soluções aplicadas para a remoção de dióxido de carbono (CDR) e no desenvolvimento do mercado voluntário de créditos de carbono. Também atua como mentora voluntária de startups na renomada aceleradora Creative Destruction Lab. Como pós-doutoranda na University of British Columbia (UBC), desenvolveu colaborações com a indústria de mineração e celulose (BioAlliance), focando no desenvolvimento de soluções inovadoras para a transformação de resíduos sólidos em produtos, adotando abordagens baseadas na economia circular. Além disso, dedicou-se à aplicação de processos oxidativos avançados no tratamento de água. Previamente atendeu como posdoc no PEQ/COPPE/UFRJ (1 colocada na seleção para PNPD/CAPES) em parceria com a Fiocruz, onde estudou o tratamento fotocatalítico de águas contaminadas com compostos utilizados na indústria farmacêutica. Destaque no XIV Colóquio Anual de Engenharia Química da COPPE/UFRJ em 2014. Doutora formada pelo Programa de Pós Graduação em Engenharia Química (PEQ) da COPPE/UFRJ na área de tratamento de efluentes, permaneceu por 20 meses na Itália, sendo que 12 meses foram parte do programa de doutorado Sanduíche, e os outros 8 meses como colaboradora do projeto ECOREMED. Atuou por 18 meses como membro do grupo desenvolvedor do Estudo Técnico-Científico de Caracterização de Sedimentos e Fontes de Contaminação das Regiões Portuárias Brasileiras. Mestre em Geoquímica Ambiental na Universidade Federal Fluminense, onde desenvolveu pesquisa sobre o histório de contaminação no rio Morrão em Cubatão (SP). Formada em química industrial pela UFF em 2008, tendo participado em projetos de pesquisa nas áreas de química inorgânica, físico-química e geoquímica, sendo o último mais relevante. Dentro desta área, foram realizadas pesquisas como a quantificação de fósforo em sedimentos da Baía de Sepetiba, a análise da distribuição de fósforo em um ecossistema de manguezal altamente impactado (Gramacho), o estudo do acúmulo de matéria orgânica da Laguna de Manguaba. Além de participação no projeto POLCAMAR por 1 ano e 6 meses, com ênfase nos possíveis impactos ambientais de indústria de fertilizantes fosfatados. Traballhos sempre financiados pelo CNPq e realizados no Laboratório de Radionuclídeos Aplicados ao Meio Ambiente - LARAMAM, coordenado pelo Dr. Sambasiva Rao Patchineelam do Programa de Geoquímica Ambiental da UFF.
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