Arthur Moura é cineasta, graduado em História (UFF), mestre em Educação (FFP-UERJ) e doutorando em História Social (FFP-UERJ). Produziu os filmes As Palavras de um Faminto (2005), De Repente: Poetas de Rua (2009), Paralelo 14 (2011), Os Presos de Março (2012), Do Olho ao Avesso (2012), Prévia do Amanhã (2012), UTOPIA e cidade (2013), Casa Félix (2014), El Pueblo que Falta (2015), Funk Acari (2016), O Som do Tempo (2017), Araguaia, Presente! (2018), Conservadorismo em Foco (2018), O Futuro Ausente (2019), Prédio da Caixa (2021), O Brasil dos Últimos Dias (2022), O Coro dos Desconentes (2022) e Quase tão Bonita (2022). É produtor fonográfico, tendo produzido diversos discos e singles de rap, além de um sem número de instrumentais. É autor do livro O Ciclo dos Rebeldes: processos de mercantilização do rap no Rio de Janeiro publico pela editora Proverbo e Esboço para uma teoria do cinema de guerrilha (2023) pela editora Armazém de Quinquilharias e Utopias. Bolsista FAPERJ.
graduation at História from Universidade Federal Fluminense (2013) and master's at Educação - Processos Formativos e Desigualdades Sociais from Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2017). , acting on the following subjects: movimento sociais, activismo and política.