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Vanbasten Noronha de Araújo

Vanbasten de Araújo is a Brazilian scholar interested in decolonial science and technology studies in Latin America, especially in Brazil. His current PhD project focuses on how toxic matter affects the daily lives of humans and nonhumans, creating long-term health effects, particularly regarding their sexual and reproductive health. In his dissertation, he is interested in furthering the studies on ?non-spectacular forms of contamination? ? an intoxication that does not happen through large-scale environmental disasters. He focuses on pesticides as the primary toxic matter for his research because of its particular way of infiltrating lives via the life-sustaining action of consuming and/or producing food and its relation to larger structures of inequalities. Through working with pesticides, he also considers ? from feminist and decolonial perspectives ? issues of women?s labor in agriculture, food security, and the ?biopolitics of toxicity? under neoliberal economies. He sees in non-spectacular forms of contamination the opportunity to question how the understanding of toxicity in contemporary society has radically changed after infrastructural catastrophes such as Chernobyl, Love Canal, and the Bhopal Gas Tragedy. Considering modes through which matters of life and death have been mediated by technological advances in contemporary society, de Araujo is interested in the ways these catastrophic experiences frame policies and researches regarding other ?less visible? forms of intoxication.
Vanbasten de Araújo é um acadêmico brasileiro interessado em estudos descoloniais de ciência e tecnologia na América Latina, especialmente no Brasil. Seu atual projeto de doutorado se concentra em como a materiais tóxicos afetam a vida diária de humanos e não-humanos, criando efeitos de longo prazo na saúde, particularmente na saúde sexual e reprodutiva. Em sua dissertação, ele está interessado em aprofundar os estudos sobre "formas não espetaculares de contaminação" - uma intoxicação que não ocorre por meio de desastres ambientais de grande escala. Ele tem os agrotóxicos como a matéria tóxica primária para sua pesquisa por causa de sua maneira particular de infiltrar vidas por meio da alimentação - tanto em relação ao consumo como também produção. Ao trabalhar com agrotóxicos, ele também considera - a partir de perspectivas feministas e descoloniais - questões do trabalho das mulheres na agricultura, segurança alimentar e a ?biopolítica da toxicidade? nas economias neoliberais. Ele vê em formas não espetaculares de contaminação a oportunidade de questionar como a compreensão da toxicidade na sociedade contemporânea mudou radicalmente após catástrofes de infraestrutura como Chernobyl, Love Canal e a tragédia de Bhopal. Considerando os modos pelos quais questões de vida e morte têm sido mediadas pelos avanços tecnológicos da sociedade contemporânea, de Araujo se interessa pelas formas como essas experiências catastróficas enquadram políticas e pesquisas sobre outras formas de intoxicação "menos visíveis".

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