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Paula Renata Lucas Collares Ramis

Has experience in Arts, focusing on Arts, acting on the following subjects: literatura; ditadura;a festa.
Licenciada em Letras - Português e Literaturas de Língua Portugesa na Universidade Federal de Pelotas. Durante a graduação participou de projetos de extensão na área de literatura (Cursinho Pré-vestibular Desafio e Simões Lopes Neto vai à escola).Também atuou como pesquisador-voluntário em dois projetos de pesquisa em literatura comparada. No projeto "Utopias, ruínas, hipóteses de nação: a literatura africana de língua portuguesa e o pós-colonialismo" buscava analisar as narrativas escritas nos países africanos de língua portuguesa. No projeto "Literatura Brasileira Contemporânea: fluxos e influxos intertextuais" analisava as obras escritas no contexto da ditadura militar brasileira. Em ambos os projetos pretendia-se, como suporte teórico, analisar a relação exercida entre o discurso literário e o discurso histórico. Também apresentou trabalhos em diversos seminários acadêmicos durante a formação universitária.Tem experiência em cursos pré-vestibulares ministrando as disciplinas: literatura, redação e português.Mestre em Letras, em História da Literatura (Furg), sob orientação da Professora Doutora Rubelise da Cunha. Dissertação intitulada: "A pós-modernidade e os jogos de linguagem: o autor-narrador em Pedro e Paula e Vícios e Virtudes, de Helder Macedo". Em 2015, defendeu a tese "D'este viver aqui neste papel descripto: memória, trauma e infância em António Lobo Antunes (2008-2012)", sob orientação do Prof. Doutor Paulo Ricardo Kralik Angelini. A tese dedicava-se ao estudo do espaço da infância na narrativa do escritor português António Lobo Antunes, tomando como objeto de análise os seguintes romances: O arquipélago da insónia (2008), Que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar? (2009), Sôbolos rios que vão (2010), Comissão das lágrimas (2011) e Não é meia noite quem quer (2012). Tencionava-se mostrar como a temática da infância é revisitada ficcionalmente a partir da memória de um passado quase sempre traumático. Desta maneira, buscou-se uma reflexão recorrendo aos demais romances do autor que compreendem um período de 33 anos (de 1979 a 2012). Na intenção de fundamentar a hipótese de que a memória é um elemento constitutivo nas narrativas antunianas. Também pesquisa a literatura e o imaginário português. Professora de redação, literatura e português na cidade de Porto Alegre em escolas particulares.

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