Bruno Nzinga Ribeiro
He holds a BA in Social Sciences and a Master's in Social Anthropology from the State University of Campinas (Unicamp). Between 2018 and 2021, he developed the research "Affront, do it, move yourself! An ethnography of the black LGBT scene in the City of São Paulo" with funding from FAPESP (process n.18 / 02183-9). Between 2019 and 2020 he was Visiting Scholar at New York University, where he conducted a survey "The LGBT struggle is not that pink world": about contemporary black LGBTQ activism in São Paulo and New York "under the supervision of Professor Dylon Lamar Robbins and support from FAPESP (process n. 19 / 14435-5), currently a doctoral student in the Graduate Program in Social Anthropology and a student researcher at the Pagu- Núcleo de Estudos de Sexo, both at the Universidade Estadual de Campinas, and member of group "How does race migrate?". sexual and gender diversity, intersectionality, black queer studies, anthropology of art, bodies in performance, social movements, migration, mobility, nation and State. Honorable mention in the X Anthropology and Human Rights Award of the Brazilian Association of Anthropology.
É bacharel em Ciências Sociais (2017) e mestre em Antropologia Social (2021), ambos pela Universidade Estadual de Campinas. Entre 2018 e 2021 desenvolveu a pesquisa "Afronta, vai, se movimenta! Uma etnografia da cena preta LGBT da cidade de São Paulo" com financiamento da FAPESP (processo n.18/02183-9). Entre 2019 e 2020 foi Visiting Scholar na New York University, onde conduziu a pesquisa "The LGBT fight is not this pink little world": on the contemporary black LGBTQ activism in São Paulo and New York" sob supervisão do PhD Dylon Lamar Robbins e apoio da FAPESP (processo n. 19/14435-5). Atualmente é doutorando no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social e pesquisador discente no Pagu- Núcleo de Estudos de Gênero, ambos na Universidade Estadual de Campinas, e é membro do grupo de estudos "Como raça migra?", ligado ao CEBRAP. Atua no campo de estudos sobre diversidade sexual e de gênero, interseccionalidades, black queer studies, antropologia da arte, corpos em performance, movimentos sociais, migrações, mobilidades, nação e Estado. Em 2022 recebeu menção honrosa na categoria de mestrado do X Prêmio Antropologia e Direitos Humanos da Associação Brasileira de Antropologia.
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