Arqueólogo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Doutorando do Programa de Pós-graduação em Arqueologia do Museu Nacional (UFRJ). Mestre em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP, 2008). Concluiu o Curso de Mergulho Científico para Arqueologia pelo Laboratório de Arqueologia de Ambientes Aquáticos da Universidade Federal de Sergipe (LAAA/UFS, 2011). Fez aperfeiçoamento em Arqueologia Subaquática pela UNESCO em cooperação com o Museo Nacional de Arqueología Subacuática da Espanha (ARQUA, 2011) e participou do Primeiro Curso da UNESCO para a Gestão do Patrimônio Cultural Subaquático da América Latina, promovido pelo Instituto Nacional de Antropología y Pensamiento Latinoamericano da Argentina (INAPL, 2013). É bacharel em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (2004) e licenciado em História pela Faculdade de Educação da USP (2005). Atua desde 2010 na gestão do patrimônio arqueológico (pesquisa, licenciamento, cadastramento de sítios, fiscalização de escavações e instituições de guarda, além da socialização do patrimônio arqueológico). Pesquisa a formação do registro arqueológico afro-brasileiro nos sítios devocionais terrestres e subaquáticos associados aos terreiros de candomblé da Grande Salvador.
Arqueólogo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Doutor em Arqueologia pelo Museu Nacional da UFRJ (2020). Mestre em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (2008). Bacharel em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (2004) e licenciado em História pela Faculdade de Educação da USP (2005). Fez aperfeiçoamento em Arqueologia Subaquática pela UNESCO/Museo Nacional de Arqueología Subcuática, ARQUA, Espanha (2011). Atua desde 2010 com a gestão do patrimônio arqueológico (pesquisa, licenciamento, cadastramento de sítios, fiscalização de instituições de guarda e socialização do patrimônio arqueológico).
Pesquisa a história das populações afro-brasileiras, a formação de sítios terrestres e subaquáticos associados aos terreiros de candomblé; as coleções de arte africana e afro-inspirada; e a preservação do patrimônio cultural afro-brasileiro.