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Angelina Teixeira Peralva das Chagas e Silva

Professora emérita de sociologia da Université Toulouse Jean Jaurès, pesquisadora do Laboratoire Interdisciplinaire Solidarités, Sociétés, Territoires ? LISST, com uma carreira universitária que se desenvolveu em um espaço franco-brasileiro. Entre 1983 e 1997, professora (assistente, doutora e livre-docente) da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo; entre 1998 e 2015, professora titular de sociologia da Universidade Toulouse 2 (antes Le Mirail, hoje Jean Jaurès); desde outubro de 2015, professora emérita da mesma universidade. A partir de 1989, também pesquisadora associada ao Centre d?Analyse et d?Intervention Sociologiques ? CADIS da Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, Paris.Possui graduação em ciências sociais, Université Paris 1, Panthéon-Sorbonne, 1979; mestrado e doutorado em sociologia do desenvolvimento, - Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne, 1980 e 1985). Sua Habilitation à Diriger des Recherches (pré-requisito na França para o concurso de professor titular) foi defendida na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, em Paris. Tem experiência na área de sociologia, tendo atuado principalmente nos seguintes temas: movimentos sociais, racismo, violência juvenil e urbana; sociologia dos mercados da droga e outros mercados ilícitos na globalização - sempre com uma interrogação transversal relativa à questão da democracia, que se traduziu em várias publicações sobre o tema. Livro mais recente (com Vera da Silva Telles): Ilegalismos na Globalização. Migrações, Trabalho, Mercados, Editora UFRJ, 2015, 571 p. - resultado de um colóquio internacional organizado no Centro Cultural Internacional de Cerisy-la-Salle. Colabora atualmente na vertente brasileira do projeto LisTIC (https://listic.irit.fr/), desenvolvido no âmbito da Universidade de Toulouse por uma equipe multidisciplinar que explora os usos contemporâneos dos telefones celulares e dos aplicativos desenvolvidos pelas principais redes sociais, com o objetivo de captar seus efeitos sobre a composição e a morfologia das redes relacionais, sobre as sociabilidades no trabalho e sobre as formas mediatizadas de participação política. No caso do Brasil, trata-se de efetuar um retorno sobre as lutas de 2013, investigando os coletivos que se organizaram naquele momento nas redes sócio-digitais, principalmente o Facebook. O material empírico recolhido envolve mais de 600 páginas de diferentes coletivos de ativistas e cobre o período 2013-2017.
bachelor's at from Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne) (1979), master's at from Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne) (1980) and doctorate from Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne) (1985). Has experience in Sociology, focusing on Sociology of the Development, acting on the following subjects: racismo, violencia, violencia juvenil, crise social and violencia urbana.

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