Tania Cardoso de Cardoso
Bachelor in French Language and Masters in Comparative Literature from Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Also has attended a specialisation course in Cinema from Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). During the period comprised in 1997 and 2008, worked as a revisor at Educação & Realidade Magazine from Faculdade de Educação at UFRGS, also has experience as a translator to French Language. Works since 2008 at Departamento de Difusão Cultural from UFRGS as well as a Curator at Sala Redenção - Cinema Universitário.
Possui graduação em Letras (Bacharelado em língua Francesa), mestrado em Literatura Comparada e doutorado em Literatura Brasileira, todos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Durante a graduação, foi bolsista do Núcleo Canadense (1992-1994), indexando a revista quebequense Voix et Images. No mestrado, sua dissertação apresenta uma análise comparativa entre 1984, do escritor inglês George Orwell e Não verás País Nenhum do escritor brasileiro Ignácio de Loyola Brandão. Entre autoras e autores presentes em suas leituras e análises, encontram-se Hannah Arendt, Jean-François Lyotard, Eduard Glissant, Sandra Nitrini, Octávio Paz, Leyla Perrone-Moysés, Roland Barthes, Gilles Deleuze, Silviano Santiago. Em sua tese de doutorado - sobre a obra da poeta brasileira Ana Cristina Cesar -, suas análises centram-se sobre gênero Lírico e o sujeito da experiência poética. Entre algumas autoras e autores presentes em sua pesquisa estão: Kate Hamburger, Jorge Larrosa, Dominique Rabaté,, Maurice Blanchot, Michel Foucault, George Bataille, Émile Benveniste, Alfredo Bosi, Marilena Chaui, Michel Collot, Hugo Friedrich, para citar alguns. Entre os anos de 1997 e 2008, trabalhou como revisora da Revista Educação & Realidade da Faculdade de Educação da UFRGS, e também com tradução de artigos de língua francesa. Trabalhou de 2008-2019 no Departamento de Difusão Cultural da UFRGS, na coordenação e na curadoria da Sala Redenção - Cinema Universitário. Como coordenadora da Sala, revitalizou o cinema universitário, organizou uma programação diária de mostras e ciclos de filmes, com sessões comentadas tanto por realizadores e por pesquisadores de diversas áreas do conhecimento. Em 2014, apresentou uma programação dedicada ao realizador francês François Truffaut, oferecendo ao público pela tela do cinema uma de leitura guiada de críticas escritas pelo diretor sobre os filmes que marcaram a sua formação - Os Filmes de Minha Vida. Apresentou uma mostra com a filmografia do diretor, com a presença do crítico de cinema, e um de seus biógrafos, o professor Antoine de Baecque. Ministrou (2014-2015) três edições do curso Francois Truffaut: o Homem que Amava o Cinema. Em 2018, participou do ciclo de Cruzamento entre Cinema, Psicanálise e Cinema, comentando o filme Sem teto nem Lei de Agnès Varda. Em 2019 licencia-se da Universidade e viaja para Montréal, onde reside durante seis meses. Escreve e grava um livro de cartas-áudio, intitulado Cartas ao Narciso. Realiza, também, um filme ensaio, feito por celular, intitulado Paixão e Melancolia em Cores Fortes e Vibrantes. O filme apresenta fragmentos de sua experiência na cidade nos últimos seis meses antes da pandemia. Livro e filme dialogam, já que ambos nasceram de sua intensa imersão na exposição de Yoko Ono na PHI Foundation. Em Montréal, descobriu a poeta Marie Uguay ao assistir a um documentário na Cinemateca QbS. No ano de 2020 realiza lives comentando a filmografia completa de François Truffaut. Nos anos 2021 e 2022 participou de debates a respeito de alguns filmes, entre eles um documentário - Bruta Aventura em Versos, direção de Letícia Simões - sobre a poeta Ana Cristina Cesar; participou e debateu um documentário sobre a Sala Redenção - Cinema Universitário (Caminhos para Redenção de Paula Solaris); I am Not Upset e Scapes, direção de Gabriela Wondracek Link - filmes realizados por celular, com prêmios em diferentes festivais de cinema; debate do documentário Terra do Sempre, direção de Clarissa Virmond, realizado com imagens de arquivo do poeta Stéfano Deves. Trabalhou no livro Cartas a um Narciso (no prelo) e na edição de Paixão e Melancolia, ainda sem um corte final. Durante seu percurso acadêmico teve contato com literatura e cultura francófona, como também anglófona, hispânica, africana de língua portuguesa. Sua formação é influenciada por Walter Benjamin, Roland Barthes, Maurice Blanchot, Gilles Deleuze. Walter Benjamin e Yoko Ono foram referências fortes e presentes em Montréal.
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