Luís Carlos Ribeiro Gonçalves
Luís Ribeiro Gonçalves graduated in Archeology and History (2006) from the Faculty of Arts of the University of Lisbon. During his master's degree in medieval history (2012) obtained at the University of Lisbon, he focused on the analysis of the periurban territory of medieval Lisbon, analyzing concepts of liminality in irrigation agrosystems, using regressive methodologies of spatial micro-analysis, supported by archeology, written and iconographic documentation. During this period, he also developed several works on the memory of water in urban space, most recently participating in an exhibition on the supply of water to Lisbon (2019) and in an exhibition organized by the Municipal Museum of Lisbon on the memory of the city's gardens (2020-21 ).
From 2010 onwards, he joined a project on health sciences, focused on the Hospital de Todos os Santos in Lisbon (16th-18th centuries), acquiring knowledge in different collections in national, district, state and local Archives, in Portugal and, more recently, in Tio de Janeiro. From this project, he developed a research on the healing arts in 16th-century Portugal, which he has developed in his doctorate (2016-present), applying methodologies of a prosopographic nature, grounded in databases (ACCESS, FileMaker, etc.) with connection to geographic information systems and programs (QGIS).
More recently, he has focused on the digital component of his projects, exploring collaborative dimensions, thus being part of some centers such as LABOGAD, and participating in some Digital History events.
Luís Ribeiro Gonçalves é formado em Arqueologia e História (2006) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Durante o seu mestrado em história medieval (2012) obtido na Universidade de Lisboa, focou-se na análise do território periurbano da Lisboa medieval analisando conceitos de liminaridade nos agrossistemas de irrigação, recorrendo a metodologias regressivas de micro-análise espacial, apoiadas pela arqueologia, documentação escrita e iconográfica. Nesse período desenvolveu também vários trabalhos sobre a memória da água no espaço urbano, participando mais recentemente numa exposição sobre o abastecimento de água a Lisboa (2019) e numa exposição organizada pelo Museu Municipal de Lisboa sobre a memória das hortas da cidade (2020-21).
A partir de 2010, inseriu-se num projecto sobre as ciências da saúde, focado no Hospital de Todos os Santos de Lisboa (sécs. XVI-XVIII), adquirindo conhecimento em diferentes acervos em Arquivos nacionais, distritais, estaduais e locais, em Portugal e, mais recentemente, no Tio de Janeiro. A partir deste projecto, desenvolveu uma pesquisa sobre as artes de curar no Portugal quinhentista, que tem desenvolvido no seu doutorado (2016-presente), aplicando metodologias de cariz prosopográfico, alicerçadas em bases de dados (ACCESS, FileMaker, etc.) com conexão a programas e sistemas de informação geográficos (QGIS).
Mais recentemente, foca-se na componente digital dos seus projectos, explorando dimensões colaborativas, fazendo por isso parte de alguns centros como o LABOGAD, e participando em alguns eventos de História Digital.
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