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Inês Lacerda Araújo

graduate at Filosofia from Universidade Federal do Paraná (1971), master's at Letras from Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1980) and ph.d. at Letras from Universidade Federal do Paraná (2001). Has experience in Philosophy, acting on the following subjects: foucault- sujeito - sociedade disciplinar, foucault - subjetividade - ciências humanas, ciência - epistemologia - paradigma, verdade-justificação and kuhn - paradigma - revolução científica.
inesaraujo60@gmail.com - Inês Lacerda Araújo nasceu na Lapa, Paraná em 1950. Casada, tem duas filhas, Laura e Isabel. Formada em Filosofia pela UFPR, na mesma instituição trabalhou de 1974 a 1998, até se aposentar como professora do Dpto. de Filosofia. Neste período lecionou as disciplinas de Filosofia da Ciência, Filosofia da Linguagem, História da Filosofia Contemporânea. Dos cursos de extensão e das disciplinas lecionadas, resultaram duas obras, ambas editadas pela Editora da UFPR: Introdução à Filosofia da Ciência, que está na 3a ed e Foucault e a Crítica do Sujeito, acaba de ser lançada a 2a ed., pela Editora UFPR. A tese de doutoramento, defendida no Programa de Pós-Graduação em Letras, da UFPR, foi publicada pela Editora Parábola, São Paulo (2004, 2a ed. 2008, breve nova ediçao, 2011) com o título: Do Signo ao Discurso: Introdução à Filosofia da Linguagem. Sobre o pensamento de Habermas, foi publicado o livro eletrônico "A teoria da ação comunicativa de J. Habermas" (2009). De 2000 até 2009 atuou como professora e pesquisadora no Curso de Filosofia, no Programa de Mestrado em Filosofia da PUC-PR As pesquisas mais recentes se voltam para os filósofos da linha analítica,em especial, Wittgenstein; para a questão da subjetividade e linguagem, em que o foco é a obra de Foucault, Habermas e Rorty, e sobre a filosofia como ação interventora no mundo, tema no qual o pragmatismo de Dewey é a referência. Atualmente pesquisa os cursos de Foucault no Collège de France referentes à governamentalidade. Estes filósofos e estas escolas de pensamento servem para a reflexão acerca de nossa atual situação política e cultural, para o papel da filosofia na educação e formação de jovens e na pesquisa acadêmica, tanto como instrumento de crítica como provedora de um tipo de saber. O saber filosófico, que data de 27 séculos, não cessa de produzir frutos. A filosofia se renova a cada época, sem deixar de ser a mesma, quer dizer, ela produz ideias, projeta possibilidades de realização para o ser humano, realiza as potencialidades do pensamento através do próprio pensamento; o pensamento em ato, isto é, a ação reflexiva leva a razão e a experiência ao exercício de suas capacidades e, ao mesmo tempo, à abertura de novos horizontes. Portanto, nada mais prejudicial à filosofia do que a imposição de uma única escola, de um único filósofo. Neste sentido, a ideologização de livros didáticos significa pôr uma cinta em volta da liberdade de pensamento. Urge entender a filosofia como atividade, em especial na educação como um dos fatores que impulsionam a cultura com a formação de escolas de pensamento. Este é um trabalho intelectual, educacional e político em que se engajam professores, alunos, pesquisadores, em que todos podem aprender com todos. O filósofo é ativo, reativo, planta e colhe; para tal prepara o terreno na sala de aula, na academia, com suas publicações, com suas atitudes pessoais.

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