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Adriana Maria Cursino de Menezes

Has experience in History, focusing on History
Professora, documentarista e pesquisadora da área de Comunicação e Audiovisual com ênfase na produção documental contemporânea, especificamente nas práticas de apropriação (cinema de arquivo) que resultam em estilos documentais, ensaísticos, experimentais, subjetivos, biográficos em diversas mídias, como cinema, televisão, video, web. Formada em História (PUC-RJ), com mestrado em Tecnologia da Imagem (ECO/UFRJ); doutorado em Comunicação e Audiovisual (ECO/UFRJ e Universidad Carlos III de Madrid) e pós-doutorado (Universidad Carlos III de Madrid) sobre o cinema de apropriação "O cinema que olha o cinema: uma história da apropriação no audiovisual" (Fundação Capes). É autora dos livros didáticos ?Introdução ao Audiovisual? (2007), ?História do Audiovisual? (2008) e ?Análise e Crítica do Audiovisual? (2010), publicados pela CCAA Editora e "Poesia em forma de imagem. Arquivo nas práticas experimentais do cinema", lançado no Rio de Janeiro, em dezembro de 2022 pela Editora Appris. Ganhou edital da Petrobrás Cultural (2006) com o qual dirigiu o curta documental "Estado de Seca" (2007) exibido na Mostra Autres Brèsils em Paris, no Festival de Cinema Etnográfico no Rio de Janeiro (2008) entre outros; co-dirigiu o longa-metragem documental ?Intrépida Trupe - será que o tempo realmente passa?? (2011). Dirigiu o documentário "Viaje a Yebisah" (2014), rodado na Espanha (Film Plus), exibido em Ibiza, em setembro de 2014 (Clube Diário de Ibiza) e em Madrid em fevereiro de 2015 (Cineteca Matadero) e "Nos Passos de Avellar" (Casa de America, 2018). Atualmente prepara documenário "A musica universal de Hermeto Pascoal" produzido pela sua produtora Divina Filmes em co-produção com Global Stone Films. Resumo da tese: A tese "Poesia em forma de imagem. Arquivo nas práticas experimentais do cinema" parte de um contexto de mudança de paradigma no que diz respeito ao arquivo e da emergência de novas formas de experimentar a memória. Assumimos o premissa de que são as práticas experimentais de found footage, produzidas a partir dos anos 90, as que melhor expressam percepção da história compatível com os tempos atuais, nada linear, mas dialética; que deslocam o arquivo para ?lugares? distintos daqueles em que normalmente sempre estiveram inseridos, como documento ou prova de algo, tal como vemos nos documentários convencionais. Fizemos uma retomada do uso da apropriação, em que analisamos seus aspectos históricos, de formação e as variações que alcança nas práticas documental e experimental de found footage em que vimos como muitas das noções manejadas como preservação, documento, arquivo, ruína, sobrevivência foram modificadas ao longo da história do cinema. (Diretora da tese: Dra. Consuelo Lins, co-diretor: Antonio Weinrichter).

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