Ricardo Hecker Luz
Doutor em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010), Ricardo Hecker Luz possui múltiplos interesses. Atua como jornalista, cientista e escritor. Sem esquecer as atividades corporais do surfe e do uso da bicicleta como meio de transporte. Na tese, mostra alguns dos equívocos da escola ao ensinar por segmentos isolados e deixar a leitura como uma das últimas atividades letivas. A aprendizagem se torna mais difícil, mais chata e mais complicada. Com o conceito de Leitor de uma Palavra, sugere que isso seja feito logo no início do processo. Se deve relacionar o oral de uma palavra usual como /?bɔla/ com o par visual escrito ?bola?. É quase impossível não aprender a ler uma única palavra. Depois outra e mais outra... Pensa organizar um método de ensino mais simples, mas ainda não se debruçou sobre isso com a devida atenção. Na literatura, o jornalista lançou o livro O Oráculo da Praia do Rosa (2015). Na Linguística, nova pesquisa de 2012 reafirma a preponderância da estratégia lexical da leitura sobre a sublexical. Na Comunicação Social, atua como repórter de jornais impressos, produz jornais empresariais e trabalha na assessoria de imprensa em diferentes organizações. No momento, realiza algumas reflexões por escrito entre jornalismo e propaganda. Bate fotos e faz vídeos sobre temas diversos, literatura, surfe, natureza... Na arte, é produtor de música: cantor, compositor e intérprete. Na literatura, além dos romances confessionais, nos quais mistura ficção e não ficção, escreve sobre o início da aprendizagem da leitura: Abc sem Abc, O Leitor de uma Palavra, O Contexto de Aprendizagem, O Aprendiz e a Leitura (2011). O tema da filosofia, um pensar por si mesmo, aparece em Índio Cibernético (2011), no qual discute temas clássicos, como o mundo interior e o mundo exterior. Em 2012, escreve um longo romance, Wave, ainda inédito, em que abre caminhos para relacionar a interação do amor com as pesquisas científicas sobre a leitura. O resultado é Mundos Mentais (2011). Sobe nos ombros de gigantes (Saussure, Schopenhauer, Kant, Voltaire, Nietzsche, Bakhtin...) e propõe um modelo de representação mental para a Aquisição da Linguagem. Entre 2015 e 2016, produz literatura e ensaios sobre diferentes assuntos. Mais recentemente, tem se envolvido em reflexões escritas sobre as convenções da linguagem verbal com os costumes sociais. Compara os crimes de morte e os crimes do estado, cometidos por autoridades constituídas em distintos níveis hierárquicos. Os critérios de avaliação das coisas variam muito, de acordo com a circunstância e o sujeito. Como as inovações e as tradições se estabelecem nesses universos da interação social e verbal resume a linha de condução da trama. Os primeiros esboços já estão escritos, mas há muito ainda a pensar, escrever e analisar. O nome provisório Sonhar o Real delimita a ousadia e a dimensão do projeto. O cientista desenvolve ainda pesquisa na Educação Infantil sobre as conexões neurais da leitura lexical (bola, bala), sublexical (a, o) e sobrelexical (a bola caiu). Já colheu os dados em vídeo, mas não os analisou com a devida calma. A literatura pessoal impede uma dedicação integral aos primeiros passos do ensino-aprendizagem da leitura, ou do letramento, melhor dito em uma linguagem sociolinguística. Está lançando em 2019, novas obras: Mundos Mentais, O Oráculo, Surfar Amores Vãos, Maestro em (Sócio)Linguística, Professor de Dialetologia, OTON, AVA, AMO, AVS, entre outras. Trabalha na Assessoria de Comunicação da Celesc desde 2006. Tem vários livros inconclusos e algumas inserções na pintura. Quase sempre, obras abstratas. A música autoral soma um CD, alguns shows e dezenas de composições em diferentes estilos: rock, mpb e baladas.
graduate at Comunicação Social from Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1985) and master's at Linguistics from Universidade Federal de Santa Catarina (2005). Has experience in Comunication, focusing on Comunication, acting on the following subjects: língua portuguesa, aquisição da escrita, violão e voz, canções próprias and música brasileira.
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