João Guimarães Rival
Possui graduação em Cravo - Conservatorio Real de Haia, Holanda (2012), graduação em Música - Cravo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007) e mestrado em Cravo - Conservatorio Real de Haia, Holanda (2014). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Instrumentação Musical.Nascido no Rio de Janeiro em 1982, João Rival iniciou seus estudos no piano nesta cidade, prosseguindo para o cravo já na idade de 15 anos. Posteriormente graduou-se pela Escola de Musica da UFRJ na classe de Marcelo Fagerlande em 2006.Durante esse periodo, paralelamente, teve a orientacao de renomados cravistas como Elisabeth Joyé, Olivier Baumont, Nicolau de Figueiredo, Patrick Ayrton e Jacques Ogg. Em 2006 Joao também participou de master-classes com Hugete Dreyfus durante a Académie Musicale de Villecroze (Franca).Em setembro de 2008 inicia seus estudos com Jacques Ogg no Conservatório Real de Haia (Holanda), recebendo seu diploma em 2012 e concluindo o mestrado em 2014, aprofundando sua pesquisa nas transcrições de obras orquestrais de Marin Marais e Jean-Phillipe Rameau.Joao é membro fundador da Orquestra Barroca da UniRio, sob a direção de Laura Rónai e musico convidado regular da Orquestra Petrobras Sinfonica. Também participou da montagem do Orfeo de Monteverdi no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 2007, sob a regência de Marcelo Fagerlande. Também realizou vários trabalhos com o conjunto Caliope, sob a direção de Julio Moretzsohn incluindo uma turnê por Portugal, Espanha e Bolívia com obras coloniais brasileiras, sob os auspicious da Fundação Calouste Gulbenkian.Em setembro/outubro de 2010 fez parte da L?académie Baroque Européene d?Ambronay (Franca) em uma adaptação da opera Les Indes Galantes de Rameau, sob a direção de Herve Niquet. Em novembro de 2012 tocou sob a direção de Charles Toet para as Vesperas de Rigatti com concertos em Modena e em Haia. Em maio de 2014 Joao teve a excepcional oportunidade de participar do projeto dirigido por Frans Bruggen em uma co-produção da Orquestra do Seculo XVIII e do Conservatório Real de Haia. No mesmo ano fundou o conjunto Le Concert d?Apollon especializado no repertório orquestral francês do periodo barroco
bachelor's at Cravo from Conservatorio Real de Haia, Holanda (2012), bachelor's at Música - Cravo from Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007) and master's at Cravo from Conservatorio Real de Haia, Holanda (2014). Has experience in Arts, focusing on Musical InstrumentationJoão Guimarães Rival received his Bachelor?s Degree in harpsichord from the State University of Rio de Janeiro (Brazil) where he studied with Marcelo Fagerlande.João has had the chance to extend his knowledge with notorious harpsichordists such as Elisabeth Joyé, Olivier Baumont, Nicolau de Figueiredo, Patrick Ayrton and Jaques Ogg.He has been a regular member of Camerata Quantz (dir. Laura Rónai) and main continuo player for the Orquestra Petrobras Sinfônica and for Monteverdi?s ?L?Orfeo? staged at the Teatro Municipal do Rio de Janeiro, under the direction of Marcelo Fagerlande. João performs regularly with Calíope (dir. Julio Moretzsohn) with which he performed concerts in Portugal and Spain with a program of Brazilian Colonial Music (produced by the Calouste Gulbekian Foundation).João was awarded lessons with Huguete Dreyfus during the Académie Musicale de Villecroze (France), 2006.In September of 2008 he was admitted as student of Jacques Ogg at the Royal Conservatory in The Hague (The Netherlands), receiving his Bachelor degree in 2012 and Master degree in 2014, narrowing down his studies in French harpsichord transcriptions from orchestral works of Marais and Rameau.In September/October 2010 he attended L?académie Baroque Européene d?Ambronay as a continuo player for an adaptation of Rameau?s opera Les Indes Galantes under the leading of Hervé Niquet. In November 2011 he worked as a continuo player (organ) for the Rigatti Vespers, playing in Modena and The Hague under the leading of Charles Toet. In May 2014, João had the great opportunity to work for Rameau?s Les Indes Galantes in a co-production of The Royal Conservatory and the orchestra of the 18th century under the leading of Frans Bruggen, Also in the same year, he created the ensemble Le concert d?Apollon, specialized in French orchestral baroque music.
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