Adelaide de Paula Santos é doutoranda pela Universidade de Brasília /UNB (Conceito capes 5) com pesquisa sobre Representação na Literatura Contemporânea, sob orientação do Professor Paulo Petronilio Correia. Possui mestrado em Literatura pela Universidade de Brasília/UNB,(conceito capes 7) com o título: A Nikkei brasileira e a literatura; marcas de uma herança patriarcal japonesa em uma escrita brasileira, sob a orientação da Professora Cristina Stevens (2003). Possui Especialização em Aprendizagens nas séries iniciais de um ponto de vista do construtivismo pós piagetiano, sob orientação da Professora Esther Pillar Grossi, pelo GEEMPA/RS (1998) Possui graduação em Letras pela Uniceub (1992). Tem experiência em Literatura Brasileira e Espanhola. Atuou de 1986 até 2017 na Rede Pública de Ensino do DF e, concomitantemente, na rede privada, no Ensino Superior, como professora de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira e Espanhola. Lançou em 2018, na Bienal Internacional do livro, o livro infanto-juvenil "Depois do arco-íris tinha uma escola..."; Em 2019, na Feira Literária Internacional de Paraty, trouxe ao público o livro infanto-juvenil "As aventuras de Bonitona e a vida secreta dos bichos; Na Feira Literária de Poços de Caldas, em 2020 apresentou o romance inédito Mãe - o silêncio atrás da porta, com o qual, foi finalista do Prêmio Maria Firmina dos Reis; Em 2021, na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro expôs a coletânea em prosa "Você fica tão linda vestida de contos" É pesquisadora de questões de raça e gênero pelo CNPq, na Universidade de Brasília, no grupo Mayombe. Atua desde 2018 com a Escrita Criativa explorando diversas estratégias ficcionais, entre elas, a Jornada do Herói, de Joseph Campbell e Christopher Vogler. É membro do grupo Julho das pretas que escrevem/DF, vinculado ao movimento feminista negro Julho das Pretas; É Coidealizadora da Flame ? Feira de Livros e Artes de Mulheres Escritoras Pretas, que acontece anualmente na Universidade de Brasília; É coordenadora e formadora docente no Projeto de Extensão da UNB no polo Paranoá ? ?Ler ou não Ser? ? para formação de jovens escritores; É fundadora do coletivo de escritoras pretas ?Vozes de Anastácia?, que se dedica ao estudo da Literatura produzida por mulheres pretas; É vice líder do Núcleo de Escritoras Pretas Maria Firmina dos Reis, o NEPFIR, na UNB, que pesquisa e divulga a Literatura de mulheres pretas no DF;