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Jamille Macêdo Oliveira Santos

, acting on the following subjects: identidade, ensino, história indígena and educação, história indígena.
Historiadora, doutora em História Social pela Universidade Federal da Bahia (PPGH-UFBA) e mestra pela mesma instituição. Cursou a licenciatura em História pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), onde desenvolveu pesquisas sobre as resistências entre os tupinambás no primeiro século da colonização. Especialista em Docência e Pesquisa do Ensino Superior pela Faculdade Adventista da Bahia (FADBA), investigando a relação entre a formação de professores de História e sua atuação e prática mobilizando saberes sobre a temática indígena nas escolas. Em sua dissertação de mestrado analisou a interface política e religiosa em torno do movimento indígena conhecido como Santidade de Jaguaripe. E em sua tese de doutorado investigou a presença indígena no Recôncavo da Bahia, através dos processos de etnogêneses entre o século XVI e XVII, tendo em vista a realidade e as experiências históricas dos povos indígenas na América colonial. Foi investigadora visitante na Universidad Complutense de Madrid através da bolsa do Programa de Doutorado-sanduíche no Exterior (PDSE/CAPES) (2018-2019). Nesse período desenvolveu pesquisas em arquivos espanhóis e portugueses. Venceu a II edição do Prêmio Kátia Mattoso de História da Bahia (2018). É autora da obra Ecos da liberdade: profetismo indígena e protagonismo Tupinambá na Bahia quinhentista (Edufba/2019). Em 2018 foi professora substituta na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, lecionando disciplinas para os cursos de História, Museologia e Serviço Social. Atualmente é professora substituta na mesma UFRB, ministrando disciplinas para a licenciatura em História e o bacharelado em Museologia. É membro do grupo de pesquisa Práticas culturais, religiosidade e imaginário. Compõe o corpo editorial da Revista Nordestina de História do Brasil. Coordena, junto com a professora Renata de Oliveira, o GT (Grupo de Trabalho) de História Indígena da Bahia, ligado ANPUH-BA (Associação Nacional de História, seção Bahia). Atua principalmente nos seguintes temas: relações étnicas, conflito e mediação cultural, povos tupinambás, mocambos, resistências afro-indígenas na América colonial, religiosidades indígenas, estudos inquisitoriais, santidades indígenas, educação para as relações étnico-raciais e ensino de história a partir da Lei 11.645/08.

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