Este trabalho objetiva explorar um tema bastante relevante e atual: as mediações fílmicas produzidas pelo Ministério da Saúde em suas campanhas. Estes filmes, em formato publicitário e veiculados em TV aberta, retratam, através das analises não-hermeneuticas realizadas, o processo de construção permanente da Política de Saúde Pública no Brasil, baseados em fatores políticos, econômicos, epidemiológicos e, principalmente, em valores sociais. Os processos comunicacionais relacionados e os aspectos filosóficos sobre os meios e mensagens nos permitem um relatório critico sobre a eficiência desta produção que, por sua abrangência e diversidade, foi classificada como educativa ou corportamental, além de um terceiro grupo onde a política de saúde pública independe da comunicação. Por fim, exploramos o exemplo da recente campanha contra o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, com seus aspectos legais e toda a contextualização discursiva dos meios envolvidos, encontrando neste exemplo uma prova de que a produção audiovisual é parte essencial para que um tema de saúde tenha sucesso ao ser abordado pelo Governo.