O grupo vai tratar de questões que envolvam identidade, produção de cultura e relações étnico-conceituais próprias de nações e grupos sociais que não habitam o centro de decisões. Nesse processo, estratégias de ação são pensadas visando à manutenção de discursos não legitimados. A crescente diluição de fronteiras disciplinares das várias áreas de conhecimento oportuniza a relativização de saberes particularizados e fechados em uma única direção, promovendo cruzamentos e afinidades transdisciplinares. Tal visada coloca as produções de cultura longe da pretensão de uma escala de valor, intrínseco e canônico, na medida em que ocorre a valorização de uma identidade híbrida, que promove o agenciamento de sentido não reduplicador do mesmo, quando reivindica o discurso da inclusão, instaurando uma rasura no constructo simbólico ocidental. Áreas de atuação do grupo: literatura comparada, comunicação e turismo cultural.