Espera-se, como repercussões do grupo de pesquisa, a geração de informações relevantes sobre o potencial de uso de ácidos húmicos e das bactérias promotoras de crescimento sobre as plantas, durante os períodos de enraizamento ou formação de mudas, aclimatização e estabelecimento no campo. Caso as hipóteses científicas não sejam rejeitadas, estarão estabelecidas as doses de ácidos húmicos de máxima eficiência e as que possibilitem melhor forma de inóculo às plantas. Os ácidos húmicos e as bactérias promotoras de crescimento poderão, posteriormente, serem testados em escala comercial em substituição aos reguladores de crescimento existentes no mercado, como o ácido indol butírico. Esses resultados terão um impacto positivo na produção agropecuária sustentável do Estado de Minas Gerais, pois permitirão aos produtores incrementar a qualidade e em um menor tempo, devido aos efeitos dos ácidos húmicos e dos fitohormônios na aceleração do crescimento e desenvolvimento de plantas.