Pretende-se trabalhar com as Políticas Públicas de Abordagem da Hanseníase no Brasil e no Mundo, o contexto da sua formulação, seus desdobramentos e consequências, recuperando, especialmente, as marcas do isolamento, do estigma e das violências produzidas. Um ponto de interesse que torna o problema atual, visto que se repete para outras situações de saúde, é o sequestro dos filhos das mulheres e as marcas das violências que os acompanharam de forma brutal. Além disso, sabe-se que o Brasil ocupa lugar de destaque no cenário internacional, relativamente à prevalência da hanseníase, o que justifica abordagens de ordem epidemiológica e da saúde pública, que abarquem desde o processo de formação - pouco voltado para a questão -, passando pela organização dos serviços necessária à prestação do cuidado, chegando por fim, aos processos de vigilância de saúde. Em resumo, o grupo trabalhará os aspectos políticos, sociais, epidemiológicos, de vigilância e controle da hanseníase