Em 1992, o grupo iniciou um trabalho ambulatorial na área de substâncias psicoativas na UFJF, o "Programa de Atenção a Alcoolistas do CIESAM-HU-UFJF". Num processo de integração de ações ambulatoriais de saúde mental com o SUS-Juiz de Fora, desde o segundo semestre de 1997, o programa assistencial articulou-se ao Programa de Atenção a Dependentes Químicos do SUS-JF. Em 1996, formou-se o Grupo de Pesquisa em Psiquiatria e Psicologia Médica da UFJF. Uma vez que duas das linhas de pesquisa do grupo (Psiquiatria Clínica e Avaliação Qualitativa e Quantitativa de Personalidade) tinham sua produção centrada nas questões da Dependência Química e da Avaliação de Personalidade, em 1999 foi criado o LAPPDA, com foco no desenvolvimento e a avaliação de instrumentos de rastreamento e intervenção do uso disfuncional de psicoativos. Os membros realizam também atividades assistenciais e de pesquisa relacionadas ao desenvolvimento e avaliação de políticas de saúde mental, em especial na perspectiva da Atenção Primária à Saúde. Expandindo sua perspectiva interdisciplinar, outras de suas vertentes de pesquisa incluem a abordagem de questões sociais e culturais associadas ao uso de psicoativos, em especial, comportamentos e crenças, na população geral e/ou em grupos específicos, tais como estudantes e professores universitários. Em 2003, realizamos uma parceria com a Unifesp e a Organização Mundial de Saúde, para o desenvolvimento de um Projeto Multicêntrico sobre rastreamento, intervenções e também crenças e atitudes dos profissionais acerca do uso de psicoativos e hoje está inserido em estudo multicêntrico coordenado pela Pfizer. A partir de 2007, o Lappda passou a integrar, enquanto núcleo de pesquisa, o Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva (PPgSC) e o Programa de Pós-graduação em Saúde no Brasil PPgSB), ambos da Universidade Federal de Juiz de Fora. Tendo encerrado sua vinculação ao PPgSC, seu líder está hoje credenciado como orientador no PPgSB.