O grupo estuda aspectos clínico-epidemiológicos, intervenções terapêuticas e profiláticas e a interação hospedeiro-parasito em infecções em pacientes imunodeprimidos. Tem mostrado a incidência de infecções endêmicas em transplantes de órgãos sólidos em estudos multicêntricos nacionais, com destaque para a tuberculose. Estuda história natural da doença de Chagas em pacientes infectados por HIV, descrevendo, ao lado de formas graves, letais, formas oligossintomáticas de reativação da tripanossomíase bem como paciente com doenças de Chagas crônica sob risco de reativação quando submetidos a transplante de células tronco hematopoiéticas ou transplantes de órgãos sólidos. O estudo prospectivo de pacientes co-infectados com e sem reativação permitiu registrar um limiar de parasitemia, por métodos parasitológicos semi-quantitativo acima do qual 50% dos casos apresentam reativação da doença de Chagas.Tem-se procurado padronizar para fins de monitoramento pré- terapêutico a PCR em tempo realTem estudado a frequência de infecções fúngicas invasivas em pacientes imunodeprimidos e em necrópsias, e de candidemia por Candida tropicalis, visando propor aprimoramentos na assistência aos pacientes. Não we registrou aumento da frequência de neoplasia em necrópsias de pacientes com paracoccidioidomicose em relação a um grupo controle de necrópsiase e tem documentado a associação de paracoccidioidomicose e transplante de rim. A associação entre infecção por vírus da influenza A H1N1 em imunodeprimidos e recomendações para aprimoramento da assistência a pacientes imunodeprimidos com risco de desenvolver infecções por CMV, Hepatites, infecções fúngicas invasivas no Núcleo de Infecções em Imunodeprimidos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP