A que modelos estamos amparados para entender e fazer restauração? Quais as implicações que decorrem da escolha de um paradigma para o processo de restauração. Grande parte dos projetos tradicionais de recuperação, representada pelo cultivo agrícola de árvores nativas em linhas, preenchendo toda a área degradada, tem resultado em bosques com diversidade determinística, pré-estabelecida pelo engenheiro, principalmente em áreas sem fontes próximas de sementes, onde a natureza não consegue se expressar, resultando em baixa diversidade de espécies regenerantes. O nosso grupo de pesquisa vêm monitorando uma área demonstrativa de 7 ha no sentido de acompanhar o desenvolvimento ecossistêmico de sua flora, fauna e solo, gerando trabalhos acadêmicos, dissertações e teses em parceria com a University of California-Berkeley, University of Hawaii at Manoa, UFRGS, UNESP, UEM, UNESPAR e UTFPR, e empresas. Nossa área experimental, dentro da universidade, é aberta para visitação e pesquisa.