O grupo produziu as primeiras linhagens de peixes transgênicos no Brasil com o objetivo de desenvolver modelos para o estudo do crescimento. Na área da aquacultura, o grupo vem desenvolvendo tecnologias para a produção de bactérias probióticas como biofábricas de moléculas capazes de aumentar a resistência a viroses, melhorar aspectos nutricionais das rações e interferir em processo como a maturação sexual de reprodutores. Além disso, microalgas e cianobactérias tem sido geneticamente manipuladas para a produção de proteínas recombinantes, assim como metabolicamente alteradas para a maior produção de lipídeos conversíveis a biodiesel.