Desde 1997, quando foi formado sob o título de "Arcossauros fósseis do Brasil", o projeto cresceu tanto em importância nacional como internacional, tendo realizado pesquisas conjuntas com répteis fósseis (destacando-se dinossauros, pterossauros e crocodilomorfos) com pesquisadores nacionais - como o Museu de Ciências da Terra (DNPM, Rio de Janeiro), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e de instituições internacionais tais como do Institute of Vertebrate Paleontology and Paleoantropology (IVPP, China), American Museum of Natural History (New York, Estados Unidos), University of Alberta (Canada), Bayerisch Staatsammlung fuer historische Geologie und Palaeontologie (Munique, Alemanha), Museo de História Natural de Chile (Santiago, Chile) e Universidade del Comahue (Argentina). As pesquisas são direcionadas no estabelecimento da diversidade de répteis fósseis, acoplado com pesquisas de cunho tafonômico, procurando entender como ser originara