Integrando um programa de pesquisa em recursos vegetais, este grupo tem se dedicado ao estudo de espécies nativas ocorrentes na Zona da Mata Mineira e nos Campos Rupestres da Cadeia do espinhaço, em Minas Gerais. São realizados estudos florísticos e fitossosiológicos nas áreas remanescentes de diferentes ecossistemas, principalmente nos fragmentos florestais e nas áreas de campos rupestres. As plantas são estudadas sob o ponto de vista morfológico/anatômico, citogenético, fitoquímico, fisiológico e molecular visando ampliar as informações relacionadas à caracterização taxonômica, propagação, produção de princípios ativos e respostas a diferentes fatores de estresses ambientais. São conduzidos paralelamente estudos visando a manutenção e a propagação in vivo e in vitro dessas espécies objetivando não somente a conservação de germoplasma como também a análise da estabilidade cromossômica do material em cultura. A análise de dados morfológicos asssociados às informações citogenéticas e moleculares das plantas são utilizadas como indicadoras da variabilidade genética existente. De forma complementar são caracterizados os efeitos de diferentes agentes ambientais causadores de estresses em plantas, utilizando-se modelos vegetais como bioindicadores e determinando a resposta adaptativa e ou a estratégia de tolerância das espécies ao estresse. Estudos relacionados à bioprospecção farmacológica e a fitoquímica também são conduzidos pelo grupo de pesquisas. Os resultados dessas pesquisas poderão ser utilizados na formulação de propostas para recuperação de áreas degradadas e para a conservação da biodiversidade. Fazem parte deste grupo de pesquisa profissionais das áreas de Genética/Citogenética, Biologia Molecular, Ecofisiologia Vegetal, Cultura de Tecidos, Taxonomia e Fitoquímica.