As doenças infecciosas são responsáveis anualmente por inúmeras mortes preveníveis no Brasil e levam a um grande espectros de morbidades. A busca por biomarcadores imunológicos que indiquem uma possível associação entre o adoecimento, estagiamento clínico, tratamento e desenvolvimento de vacinais poderá ser de grande valia não somente para a população em risco para estas enfermidades, mas também para o SUS, que investe milhões de reais para o controle e tratamento. Nosso grupo vem a cerca de 10 anos buscando formar uma equipe de trabalho que cubra várias expertises em doenças infecciosas de alto impacto para a saúde publica no Brasil. Buscamos definir alvos ou biomarcadores de prognostico voltados a resposta imune, em associação com a clinica medica e diversidade dos microrganismos, em tuberculose, HIV, malária, toxoplasmose, HPV, doença de Chagas e SARSCOV-2.