LAPPEL - Laboratório de Pesquisa em Psicanálise, Epistemologia e Linguagem Grupo de Pesquisa uri icon

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  • Repercussões pragmáticas: Este Grupo de Pesquisa é pensado com o intuito de fomentar atividades de pesquisa e extensão a fim de beneficiar a comunidade local, bem como incrementar a produção de conhecimento alicerçada na pesquisa em psicanálise, epistemologia e linguagem. Para tanto, propõe interligar uma série de atividades que permitem aos alunos do curso de Graduação em Psicologia e do Mestrado em Psicologia da UFMS, refletir sobre a prática profissional e produzir desenvolvimentos teóricos e pragmáticos no campo da psicologia. As atividades até o momento programadas para o Laboratório envolvem projetos de pesquisa, extensão e ensino, estágios curriculares supervisionados, estágios básicos supervisionados, grupos de estudo, produção de trabalhos de conclusão de curso (T.C.C.s), artigos e dissertações, interligando as atividades de graduação e pós-graduação, tendo como foco principal em todos os casos a produção de pesquisa teórica no campo de articulação entre Psicanálise, Epistemologia e Linguagem. Repercussões teóricas: O presente grupo de pesquisa visa abrigar pesquisas subditas ao axioma fundamental da teoria lacaniana: a do inconsciente estruturado como uma linguagem. Seguindo a orientação de pesquisa legada por Lacan no artigo "Função e campo da fala e da linguagem em Psicanálise", as pesquisas articuladas ao grupo em questão pretendem: 1) seguir o processo de revisão conceitual do campo freudo-lacaniano no sentido da estruturação do campo em termos de linguagem; 2) abordar fenômenos comuns na cultura e na prática da psicologia sob o enfoque de uma teoria psicanalítica fundamentada no campo da linguagem; 3) questionar os fundamentos de linguagem da prática tanto da psicologia, de maneira geral, quanto da psicanalítica, de forma específica, através do diálogo com teorias da linguagem. Para tanto, seguirá um eixo teórico que vai de Saussure, passando por Hjelmslev e Greimas até modelos semióticos atualmente discutidos (tais como o da semiótica tensiva).

Data arquivamento

  • 2012