O grupo tem contribuído para o avanço tecnológico com o desenvolvimento de métodos laboratoriais de aplicação na prática nefrológica, como por exemplo, técnicas de determinação de proteínas de baixo peso molecular (beta-2 microglobulina na urina e no sangue, RBP na urina) para avaliação de função tubular e do prognóstico de diferentes nefropatias (em especial glomerulopatias), inclusive da evolução do enxerto renal. Atualmente, está validando novos métodos de avaliação de função renal, como cistatina C sérica e depuração de iohexol, objetivando a detecção mais precoce e precisa de alterações de função. Além disso, vem trabalhando na definição de marcadores mais sensíveis na avaliação de atividade de nefrite lúpica e lúpus eritematoso sistêmico como um todo (estudos com imunocomplexos, cadeias leves e beta 2-microglobulina, podocitúria). O grupo ainda conta com um grande número de pacientes em seguimento ambulatorial, o que vem gerando informação com aplicação clínica na área.