O grupo é responsável pelo isolamento e caracterização de mais de 15.000 cepas de pelo menos 213 diferentes tipos de arbovírus, 34 dos quais são patogênicos para o homem, sendo que destes quatro já foram associados com epidemias na Amazônia brasileira, são os vírus do dengue (sorotipos DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4), febre amarela, Mayaro e Oropouche. Os demais arbovírus patogênicos para seres humanos têm sido esporadicamente isolados de humanos, mas muitos são isolados freqüentemente de artrópodes hematófagos e vertebrados silvestres. Alguns destes últimos são importantes agentes de doença em humanos, responsáveis principalmente por encefalites ou meningoencefalites. Possíveis novos arbovírus têm sido isolados e seus estudos de caracterização estão em andamento. Temos também desenvolvido novos métodos diagnósticos para as arboviroses com maior sensibilidade e especificidade e mais rápidos.