A cevada, cultura típica de clima frio, ganhou espaço no Cerrado a partir de resultados de pesquisas elaboradas pela Embrapa Cerrados e pela Embrapa Trigo, vinculada ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Após vários anos de estudo nas áreas de melhoramento de plantas e manejo de cultura, estes centros de pesquisas conseguiram adaptar essa cultura às condições edafoclimáticas da região, o que resultou na obtenção da cultivar BRS 180, primeira variedade de cevada cervejeira de seis fileiras de grãos recomendada no Brasil. Na sequência, foram desenvolvidas as cultivares BRS Deméter, BRS Sampa e BRS Manduri, todas de duas fileiras de grãos para o sistema irrigado do Cerrado brasileiro.