Fomos os primeiros a mostrar que a glicolipoproteina (GLP) de leptospira é uma potente inibidora da enzima Na+,K+ ATPase, mostrando, ainda o crescimento da relação molar ácidos graxos/albumina em pacientes com leptospirose, o que nos permitiu propor uma hipótese que a inibição da bomba e o efeito inibitório exercido sobre aquela enzima por alguns ácidos graxos contribuem de forma importante na fisiopatologia da leptospirose.