Depois da publicação da coletânea "Budismo no Brasil" (São Paulo: Lorosae 2002) e de diversas publicações posteriores em inglês e alemão, foram lançados vários projetos específicos em todos os níveis acadêmicos em função de um levantamento contínuo de um sub-campo religioso em transformação permanente. A publicação da maior parte dos dados levantados pelos projetos mais recentes gerou diversas discussões não apenas no ambiente acadêmico, mas também na mídia e entre os membros dos grupos budistas pesquisados. Em nova fase a partir de 2004, o CERAL se caracteriza pela expansão do espectro temático, que agora inclui dois novos eixos: um composto por outras religiões não-cristãs tradicionais, principalmente o Xintoísmo, Taoísmo e o Islã, outro composto por novas religiões japonesas como a Seicho-no-Ie e a Igreja Messiânica. Em termos de publicações, o grupo acumula 18 publicações temáticas em português, inglês e alemão. A cooperação com pesquisadores de outras universidades brasileiras ocorre não só a nível nacional, através do intercâmbio com pesquisadores da USP, UNESP e Metodista, mas também no exterior, principalmente através do Nanzan Institute for Religion and Culture. Dese 2007 têm-se intensificado as relações com o Nanzan Institute for Religion and Culture in Nagoya, Japão. Duas atividades se destacam nesse sentido: a) apoiado por uma bolsa da Fundação Japão, Rafael Shoje está associado ao instituto em Nanzan realizando nem Nagoya um projto de pesquisa sobre a religiosidade dos Dekasegui. b) Rafael Shoje e Frank Usarski foram convidados como "guest editors" em prol do lançamento (2008) de um número especial do Japanese Journal for Religious Studies sobre "Japanese Religions in Brazil".