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Marcelo Neder Cerqueira

PhD in Social History from Universidade Federal Fluminense (2016). Master in Political Sciense from Universidade federal Fluminense (2010). Graduate at Social Sciences from Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006). Has experience in Political Sciense, focusing on Theory of Contemporary Politics, acting on the following subjects: political theory, history theory, literature, sociology, power and subjectivity.
Sociólogo, Cientista Político, Músico e Historiador. Atua como professor e pesquisador no Programa de Pós-graduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense (PPGSD/UFF), onde realiza pós-doutorado sob a supervisão da Profa. Dra. Ana Maria Motta Ribeiro. Realizou pós-doutorado com fomento do edital da FAPERJ Nota 10, no Programa de Pós-graduação Cultura e Territorialidades (PPCULT) do Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS) da Universidade Federal Fluminense (UFF), entre 2017-2020, sob a supervisão do Prof. Dr. Luiz Augusto Fernandes Rodrigues. Doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense (PPGH/UFF, 2016). Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal Fluminense (PPGCP/UFF, 2010). Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 2006). Graduado em Licenciatura Plena em Ciências Sociais pela Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 2010), realizando estágio docente no Colégio Pedro II (Unidade São Cristóvão). Pesquisador do Laboratório Cidade e Poder (LCP/UFF) desde 2005. Membro do corpo editorial de Passagens: revista internacional de história política e cultura jurídica. Tem experiência na área de Ciência Política, Sociologia e História, com ênfase em Teoria Política Contemporânea, Teoria da História e Pensamento Social no Brasil e na América Latina. Desenvolveu pesquisa de mestrado sobre a modernidade vienense na virada para o século XX a partir da obra do dramaturgo Arthur Schnitzler (2010). A pesquisa foi publicada pela Editora Prismas com o título "O Homem Desconfortável: poder e modernidade em Arthur Schnitzler" (2015). Defendeu a tese de doutorado "Relações de força na passagem à modernidade: cultura, poder e subjetividade" em História Social pesquisando as obras de Sérgio Buarque de Holanda, Jorge Luis Borges e Alejo Carpentier (UFF, 2016). A pesquisa foi contemplada com a bolsa de doutorado FAPERJ Nota-10 e foi publicada pela Editora Autografia com o título "¡No llora el perdido!: poder, cultura e modernidade na América Latina" (2020). Principais temas de pesquisa: poder, modernidade e estética; teoria política, literatura, metodologia indiciária, epistemologia da história, sociologia da cultura, pensamento social e político na América Latina; integração regional, cultura popular, violão popular e música brasileira. Músico e compositor, Marcelo participou das "Oficinas de Música Universal" do maestro Itiberê Zwarg, da ?Escola Jabour? (Hermeto Pascoal & Grupo), no Rio de Janeiro, entre 2001 e 2014, tendo performado como violonista na gravação de dois álbuns: "No Caminho da Paz" (2006) e "Que nem o mundo" (2011), ambos projetos desenvolvidos com composições e arranjos de Itiberê Zwarg. Desde 2005, trabalha regularmente como violonista, professor particular de música e compositor em diversos projetos artísticos e culturais. Foi aluno e aprendiz do violonista Marcos Alves (Quarteto Maogani) por quase dez anos (1995-2005). Em 2011, publicou a coletânea de poemas "Versos que me fizeram", pela Editora Multifoco. Em 2020, lançou junto com o coletivo musical Forró do B o álbum autoral e independente "Olho da Rua", onde performa algumas de suas composições autorais ou em parcerias. O álbum foi resultado da experiência de ação cultural de construção coletiva do baile-ocupação do Forró do B, que produziu bailes de forró pé-de-serra por três anos consecutivos no CONIC, na área central de Brasília. Em 2021, atuou ainda como orientador teórico da equipe de pesquisa "Rabeca Sertaneja", dirigida pela rabequeira e cantora Maísa Arantes (Brasília-DF). Em 2022, Marcelo atuou também em parceria na produção musical do álbum autoral e independente "Peripécia Brasileira", de Maísa Arantes, dividindo arranjos, composições e direção musical com a artista.

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