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Andréa Maria do Nascimento Silva

Possui graduação em Produção Cultural pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - IFRJ. Especialização em Filosofia Moderna e Contemporânea pela Faculdade São Bento do Rio de Janeiro - FSBRJ. Mestre em Educação Profissional e Trabalho pela Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ. Desenvolvimento de pesquisa voltada para a produção de subjetivação no mundo do trabalho, mais especificamente sob a ótica do trabalho no chamado terceiro setor, suas relações e tensões, a apropriação ideológica dos sujeitos envolvidos, bem como os processos que envolvem a captura da subjetividade individual e a construção de identidade e consciência coletiva, além do processo de formação deste sujeito coletivo, seu protagonismo, lugar de fala e seu agir nas relações sociais. Participação em grupos de pesquisas sobre educação e trabalho, a influência e impactos que a ideologia, a partir dos processos de construção de consenso, pode ter na formação do trabalhador. Atualmente trabalhando na busca pela compreensão de como se desenvolve o processo de formação do sujeito tendo como base os espaços alternativos, as ferramentas tecnológicas e os ambientes imersivos na educação, aliado ao processo surgimento de uma cultura contemporânea na multiplicidade, em como seus possíveis impactos e consequências individuais e coletivas.
Possui graduação em Produção Cultural pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - IFRJ. Especialização em Filosofia Moderna e Contemporânea pela Faculdade São Bento do Rio de Janeiro - FSBRJ. Mestre em Educação Profissional e Trabalho pela Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ. Doutoranda em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Sua pesquisa busca evidenciar o processo de subjetivação e representatividade da mulher negra na sociedade, suas experiências e o processo de formação desta mulher negra como sujeito de sua própria história. Sua análise é feita sob a perspectiva decolonial, levando em consideração a perspectiva atlântica da ancestralidade e sua epistemologia como locus da resistência ao apagamento histórico, ao embranquecimento dos corpos negros e aos caminhos da intersecção das muitas formas de opressão. Análise feita a partir das formas de racismo estrutural e cotidiano, e suas ideologias, nas quais interferem no seu protagonismo e causam o silenciamento e a invisibilização desta mulher negra enquanto sujeito nesta sociedade, bem como o enfraquecimento da formação de uma consciência coletiva feminina negra forte e atuante socialmente. Atua em pesquisa sobre Filosofia da Imagem utilizando as tecnologias audiovisuais como ferramenta cognitiva, observando a sensação de presença, interação, passagem entre atual e virtual e identificação com a narrativa, analisando os aspectos subjetivos desta relação e seus impactos. Pesquisadora integrante do Coletivo de Pesquisas Decoloniais e Libertárias do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro - CPDEL IFCS UFRJ. Produtora do canal CPDEL IFCS UFRJ no YouTube.

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