Francisco de Assis Weyl Albuquerque Costa
Autor de KYNEMA: Ensaios científicos, semióticos, metafísicos, poéticos e políticos sobre arte, cinema e estéticas de guerrilhas, (Editora Vicenza, São Paulo, 2021), o autodenominado Carpinteiro de Poesia (e de Cinema) é bacharel em cinema (Esap, 2001), pós-graduado em semiótica, mestre (UFPa, 2003/2014), e doutorando em artes (Fbaup/Universidade do Porto), ministrou aulas de Comunicação, Artes, Filosofia, Semiótica, no Pará Ufpa, Estácio, Fabra (Pará/Brasil); UniPiaget (Cabo Verde); Escola Superior Artística do Porto e Instituto Politécnico de Bragança (Portugal); atualmente, faz segunda licenciatura em Artes Visuais (IPEMIG).
Organizou o Concílio Artístico Luso-Brasileiro no qual foi criado o Cineclube Amazonas Douro, com a presença de Zé do Caixão e Sério Fernandes, Mestre de Cinema da Escola do porto, em Belém do Pará (2003); venceu o prêmio Residências Estéticas em Pontos de Cultura (Minc/Funarte), com o projeto Resistência Marajoara (Soure/Marajó - 2009), que criou coletivos audiovisuais entre jovens em condições de vulnerabilidade; coordenou o Inovacine-Fapespa, que circulou e difundiu obras audiovisuais no interior do Pará (Bragança, Tracuateua, Igarapé-Açú, Altamira, Belém, Ananindeua, Santarém - 2010/2011); realizou o Festival Internacional de Cinema Social (FEST-FISC), no âmbito do Fórum Social Mundial (2009, Belém; e 2010, África); presidiu a Federação Paraense de Cineclubes - Paracine (2010/2011/2012); criou o FICCA ? Festival Internacional de Cinema do Caeté como projeto de inclusão e formação social e audiovisual em 2014, hoje na IX edição.
Além deste percurso profissional e artístico em comunidades periféricas, tradicionais, quilombolas da Paraense, produziu e editou obras literárias em livros e revistas autorais e coletivos, atuou com interferência artística urbana, performance, teatro, foi radialista e jornalista em diversas mídias locais e internacionais, tendo sido produtor, editor, e diretor de programas na TV Cultura do Pará (1988/1996); realizou dezenas de filmes em diferentes formatos e gêneros, obteve Menção Honrosa no Festival de Cinema Pobre de Cuba (O nome da coisa nada, 2006), e venceu o Grande Prêmio Douro Film Festival (O Chapéu do Metafísico, 2006), e aprovou projetos artísticos e sociais como Prêmio Preamar, SEMEAR, Aldir Blanc.
É Doutor Honoris Causa pela Academia de Letras do Brasil ? Seccional Bragança do Pará, onde também é associado da Irmandade da Marujada de São Benedito.
Has experience in Arts, focusing on Cinema, acting on the following subjects: cinema, cineclubismo, amazônia, ciência and resistência.
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