Alanna Oliveira Santos
Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB, com bolsa CAPES, Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela UFRB. De 2013 a 2015 atuou como Coordenadora de Comunicação da ONG Casa de Barro (Cachoeira, BA). Entre 2014 e 2016 coordenou a Rede Memória Viva, proposta pela Rede América em parceria com o Instituto Votorantim, trabalhando com economia solidária, formações e valorização da identidade cultural através do patrimônio e da memória. Proponente e Coordenadora do projeto Cultura Viva, aprovado em edital do Fundo de Cultura do Estado da Bahia (11/2013). Atuou como educadora de Rádio no projeto OURUA (2016), desenvolvido pela Casa de Barro. Em 2016 fez parte do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Lesbianidade, Gênero, Raça e Sexualidades ? LES, realizando atividades de extensão no Conjunto Penal de Feira de Santana. Em 2017 trabalhou na assessoria do projeto O Cotidiano Expresso Pela Arte. Em 2018 foi Assistente de Produção no projeto Mulheres do Paraguaçu. Executou em 2019 a segunda edição do projeto Cultura Viva, aprovado em edital municipal de Cachoeira-BA. Entre 2019 e 2020 foi produtora executiva do projeto Migrantes - Noites de Contos com Tianalva Silva. Produziu e dirigiu a webserie de entrevistas Cena75 (2021), produziu a exposição virtual Dos encontros impossíveis, da artista Aline Brune (2021). Fez parte do Coletivo Aquenda de Diversidade Sexual. Pesquisadora na área de drogas, criminalidade, identidade e cibercultura.
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