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Cláudio Moller de Freitas

O compositor e fagotista Cláudio de Freitas se formou Bacharel em Música/Performance em Fagote por The Harid Conservatory, em Boca Raton, Flórida, nos Estados Unidos da América, e é Mestre em Artes/Musicologia pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, onde defendeu a dissertação "Processos composicionais da obra coral-sinfônica Fantasia sobre uma cantiga de ninar e da abertura sinfônica As Enfibraturas do Ipiranga". Essas duas obras de sua autoria foram publicadas pela Editora Criadores do Brasil (Cbra) e executadas em primeira audição pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) na Sala São Paulo. Também para a Cbra, como musicologista, Cláudio de Freitas revisou, digitalizou e editou a Sinfonia n. 3 de Heitor Villa-Lobos, "A Guerra", gravada pela OSESP para o selo NAXOS. Considerado "um talento promissor para a composição", pelo Jornal Sun-Sentinel (Flórida) e, "aos 37 anos, um dos compositores brasileiros vivos mais executados pelas nossas orquestras nas últimas temporadas", pela edição de dezembro de 2012 da Revista Concerto, Freitas já teve suas obras executadas por orquestras em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Sergipe. Sua "Sinfonietta para orquestra de câmara, op. 9" foi gravada pelo Percorso Ensemble (SP) no álbum "LIGETI+" para o selo SESC-SP e sua obra "Homenagem a Rubem Braga, op. 10", estreada pela Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo, faz parte hoje do acervo da Casa dos Braga em Cachoeiro do Itapemirim (ES). Sua ligação muito forte com a Poesia e Literatura brasileiras o levou a produzir importantes obras como os poemas sinfônicos "Gonzaga ou A Revolução de Minas, op. 4", sobre o drama homônimo de Antônio de Castro Alves, estreado no Grande Teatro do Palácio das Artes, pela Orquestra Filarmônica de Minas Gerais OFMG), e "A Confederação dos Tamoios, op. 7", sobre o poema épico homônimo de Domingos Gonçalves de Magalhães, estreado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, pela Orquestra Petrobrás Sinfônica. Somam-se à sua lista de composições e estreias as obras "Quatro Canções sobre Poemas de Tobias Barreto, op. 11", estreada pela Orquestra Sinfônica de Sergipe, a obra coral-sinfônica "Ismália, op.12", sobre poema de Alphonsus de Guimaraens, estreada pelo CoralUSP e Orquestra Sinfônica da USP, que faz parte do acervo do poeta em Mariana (MG), "Três Quadros de Victor Meirelles, op. 14", estreada pela Orquestra Sinfônica Brasileira e "Grande Trio Concertante, op. 15", encomendada e estreada pela OFMG.

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