Leila Maria Brasil Danziger
Artista visual e professora-associada do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, atuando, desde 2006, nos cursos de graduação (bacharelados e licenciatura) e, desde 2008, no Programa de Pós-graduação em Artes. Obteve o Diplôme National Supérieur d?Expression Plastique (DNSEP, 1989) pelo Institut d?Arts Visuels d?Orléans, França. Tem mestrado (1996) e doutorado (2003) em História pela PUC-Rio, com estágio na Carl von Ossietsky Universität Oldenburg, Alemanha. Realizou pesquisas de pós-doutorado junto à Bezalel Academy of Arts and Design, Israel, e na Université Rennes 2, França.
Dentre os apoios obtidos para o desenvolvimento de sua pesquisa e produção artística, destacam-se o Programa de Bolsas RioArte, da Prefeitura do Rio de Janeiro, em suas primeira e sétima edições (1995 e 2001, respectivamente), a bolsa de produtividade em pesquisa do CNPq (desde 2011), a Bolsa Prociência da UERJ/ FAPERJ (desde 2011) e as bolsas Jovem Cientista do Nosso Estado (2011-2014) e Cientista do Nosso Estado (2018-2021), ambas da Faperj.
Um dos vetores de seu trabalho é a investigação da página impressa (jornal, livro, documento histórico), orientando-se pelos atritos entre a micro e a macro-história, entre a memória familiar e as construções da memória de violências extremas. Seus trabalhos desenvolvem-se em meios diversos − técnicas de impressão e de apagamento, fotografia, vídeo, instalação e escrita.
Suas mostras individuais nos últimos dez anos são: Navio de emigrantes, na Caixa Cultural, São Paulo (2019) e Brasília (2018); Ao sul do futuro, no Museu Lasar Segall, São Paulo (2018); O que desaparece, o que resiste, na Funarte, Belo Horizonte (2014); Mares poderão subir por mais mil anos, no Ateliê da Imagem, Rio de Janeiro (2014); Museu de minúcias efêmeras, na Galeria da UFCSPA, Porto Alegre (2013); Felicidade-em-abismo, na Capela da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro (2012), Todos os nomes da melancolia, na Galeria Cosmocopa, Rio de Janeiro (2012); Edifício Líbano, na Galeria Ibeu, Rio de Janeiro (2012); What vanishes, what resists, na MFA Bezalel Gallery, Tel Aviv, Israel (2011).
Dentre participações em mostras coletivas recentes, destacam-se: Sobre os ombros de gigantes, Galeria Nara Roesler, São Paulo e Nova York (2021); 47% de mulheres no acervo, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre (2021); Rio de navegantes, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro (2019); Mulheres na Coleção Mar, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro (2018); Hiatus, Memorial da Resistência, São Paulo (2017); Livres uniks, Topographie de l?art, Paris (2017), Mémoire des livres, Galerie Dix9, Paris (2016); Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro (2014).
Publicou Diários públicos (Ed. Contra Capa/ Faperj, 2013) e Todos os nomes da melancolia (Ed. Apicuri, 2012), que reúnem ensaios de diversos autores sobre sua produção artística. Em 2021, publicou, pela Relicário Edições, "Cadernos do povo brasileiro", livro de artista que aborda a censura a livros na ditadura civil-militar barsileira, e também Cinelândia (poesia), pela Editora 7Letras.
graduate at Artes Plásticas/ D.N.S.E.P. from Institut d' Arts Visuels, Orléans (1989), master's at História Social da Cultura from Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1996) and ph.d. at History from Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2003). Has experience in Arts, focusing on Arts, acting on the following subjects: arte contemporânea, memória, shoah, livro-objeto and artes visuais.
Áreas De Investigação
- Visão geral
- Publicações
- Ensino
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