As origens do atual laboratório datam da formação do grupo sob a coodernação do Dr. Jorge Ramon Arias. A história das contribuições científicas para a saúde pública, estão documentadas em diversas teses, patentes, publicações e uma grande coleção de culturas de tripanossomatídeos isoladas de diferentes espécies de mamíferos, plantas, insetos e de pacientes. Compõe atualmente um acervo considerado como integrante da coleção do INPA, incluindo cepas de referência. Uma das metas atuais refere-se à: ampliação da coleção de protozoários flagelados, a formação de um banco com flebotomíneos, triatomíneos, tecidos, soros de animais e humanos, constituindo uma ampliação do acervo para os estudos que visam o DNA e proteína. A participação na rede proteômica do Estado favoreceu favoreceu o desenvolvimento de pesquisas relacionados com o estudo de sequência de peptídeos de interesse biotecnológico. O grupo vem desenvolvendo estudos em epidemiologia, resposta imune, caracterização e tratamento.