O Grupo de Pesquisa em Aquicultura do Instituto de Pesca tem desenvolvido e aplicado novas técnicas de criação de organismos aquáticos: reprodução induzida e criopreservação do sêmen de peixes reofílicos continentais e marinhos, com a inclusão das espécies estudadas no rol das passíveis de criação; readaptação e difusão de técnicas de cultivo em peixes continentais e marinhos em tanques rede; ordenamento e gestão ambiental da aquicultura nas águas públicas do Estado; produção de sementes e criação de mexilhões (mitilicultura) em sistemas de "long-line", com cursos e assistência técnica a comunidades de pescadores do litoral de São Paulo; criação de ostras na região entremarés, em viveiros do tipo "tabuleiro", atividade que, em cinco anos, deixou de ser estritamente extrativista, e estimulou a criação da cooperativa Cooperostra, que, sob a orientação do Instituto de Pesca, organizou o setor produtivo eliminando intermediários, Atua também em Patologia e Sanidade de Organismos Aquáticos