Os estudos do grupo concentram-se em, biodiversidade, bioindicadores de qualidade do solo e nas simbioses mutualístas entre plantas, bactérias (Fixação Biológica de N2) e fungos (micorrízas) destacando se resultados sobre a capacidade nodulífera (simbiose com rizóbio) de leguminosas florestais tropicais e caracterização, taxonomia e diversidade de rizóbio. Grande número de estirpes de rizóbio foi isolado formando uma coleção expressiva de cerca de 3.000 estirpes oriundas da Amazônia e sudeste brasileiro. Dentre estas já foram descritas, entre outras, novas espécies de rizóbio: Mesorhizobium plurifarium e Azorhizobium dobereinerae. Nos estudos com fungos micorrízicos destacam se: 1)aqueles sobre ocorrência e isolamento destes em vários ecossistemas, incluindo áreas degradadas por poluição química, seleção e avaliação de fungos com eficiência simbiótica elevada para inoculação de culturas como cafeeiro e a descoberta e desenvolvimento comercial de estimulantes da micorrização.