Polissacarídeos naturais podem ser modificados através de reações monitoradas em tempo real, e como produto, os blocos poliméricos obtidos (naturais ou modificados) podem ser utilizados em sistemas "inteligentes" capazes de formar nano ou micropartículas para liberação controlada e sustentada de fármacos, como exemplo para o diagnóstico e tratamento (teranósticos) da Leishmaniose e do Câncer. Tais moléculas também podem ser utilizados em estudos de interação com outras biomoléculas (surfactantes e proteínas) ou com sais. Os processos de separação de fase (incompatibilidade termodinâmica) entre biopolímeros também podem originar novos sistemas emulsivos, denominados de emulsões água-em-água, estabilizados com nanopartículas (emulsões de Pickering). Os trabalhos em desenvolvimento pelo BIOPOL ocorrem em redes de colaboração científica com pesquisadores nacionais e internacionais. Adicionalmente, interações com empresas nacionais, área de cosméticos, devem ser destacas dentro do BIOPOL.