Compreensão de como a sociedade constitui os processos de subjetivação por meio de pesquisas nas áreas de saúde mental, psicanálise e psicologia social que enfatizem a subjetividade e o sofrimento na contemporaneidade. Enfoque na clínica em sua modalidade intensa e extensa, abarcando a reforma psiquiátrica e os agenciamentos coletivos e grupais, além das políticas públicas e formas de resistência e criação social. A filiação teórica é a da psicanálise, a da psicologia social, a da teoria crítica da sociedade, a da psicopatologia fundamental e a da filosofia contemporânea.