Eli-Eri Moura (1963, Brazil) composes for chamber groups, choir, orchestra, theater plays and films. Doctor of Music from McGill University, Canada, he is currently Professor of Composition in the under-graduate and graduate programs at the Federal University of Paraíba, Brazil. He received several awards, including Composição FUNARTE (2008, 2012, 2014, 2016, 2019), first prize in the I Concurso Nacional de Composição para Clarineta Solo Altino Pimenta, Max Stern Fellowship in Music (Canada), 10th Vitória Cine Vídeo, among others. He launched the CDs Trilhas, Réquiem Contestado, Música de Câmara, and Música Instrumental. His second opera ? Mambembe Encantado ? was premiered in 2016 as part of the cultural events of Rio de Janeiro Olympic and Paralympic Games. He has taken part in several contemporary music events, such as the ISCM World Music Days Festival, SCI National Conference (USA), Europalia International Arts Festival, Gesang ohne Grenzen (Switzerland), Montreal MusiOctober New Music Festival, Festival Música Nova (Brazil), ClarinetFest (Belgium), among others. His essays are published in periodicals including the Contemporary Music Review, Em Pauta, Per Musi, Musica Hodie, and Claves. Moura has developed the compositional process Defragmental Music, which structurally interacts with references of Brazilian popular musical manifestations, whose elements are explored from within their micro-dimensional aspects. Concomitantly, he works with a language that encompasses a more conventional musical lexicon, employed in his vocal pieces and in his incidental music.
Eli-Eri Moura (n. 1963, Campina Grande - PB) é compositor, pesquisador e regente, além de pianista e flautista (flauta doce). É Doutor em Composição pela McGill University, Canadá, onde estudou com Brian Cherney e John Rea. Realizou Mestrado também na McGill University, sob a orientação de Alcides Lanza. No Brasil, estudou composição com José Alberto Kaplan e Mário Ficarelli, e realizou Especialização em Música do Século XX (sob orientação de Ilza Nogueira) e Bacharelado em Música (piano), na UFPB. Trabalha na UFPB (Departamento de Música), como docente dos programas de Graduação e Pós-Graduação em Música. Foi Vice-Diretor do Centro de Comunicação, Turismo e Artes ? CCTA da instituição (2012 a 2016). Primeiro profissional na história da UFPB a ser contratado como Professor de Composição, liderou a implantação da área nos níveis de extensão, graduação e pós-graduação. Idealizou e fundou o Laboratório de Composição Musical da UFPB - COMPOMUS, tendo sido seu primeiro coordenador. Fundou o Grupo Sonantis (de música contemporânea) e o Coro Sonantis. Em 2012 fundou o Grupo IAMAKÁ, dedicado à música renascentista e à música contemporânea. Suas peças de concerto têm sido apresentadas em diversos festivais, incluindo Bienal de Música Brasileira Contemporânea, Festival Música Nova, Encontro de Compositores Latino-Americanos, Bienal de Música Contemporânea de Mato Grosso, Panorama da Música Brasileira Atual, Montreal MusiOctober New Music Festival, World Music Days (ISCM), Europalia International Arts Festival, Gesang ohne Grenzen (Suíça), Ano Brasil em Portugal, ClarinetFest (Bélgica), Society of Composers [SCI] National Conference (EUA), International Horn Symposium (Bélgica); e recebido por elas diversos prêmios, a exemplo da Max Stern Fellowship in Music (Canadá), Composição FUNARTE (2008, 2012, 2014, 2016, 2019), Primeiro lugar no I Concurso Nacional Altino Pimenta (2018), dentre outros. Compôs um grande número de trilhas sonoras para teatro e cinema. Suas trilhas foram premiadas em festivais brasileiros, a exemplo do 10.º Vitória Cine Vídeo, Vitória ? ES e do 20º Festival Nacional do Teatro Amador ? FENATA. Lançou os CDs autorais Trilhas (1996), Réquiem Contestado (1996), Música de Câmara (2006), Música Instrumental (2010), e participou de vários CDs de artistas renomados, como o Quinteto Villa-Lobos, o violonista Daniel Murray, o Quinteto Brassil, dentre outros. Em 2009 sua ópera Dulcinéia e Trancoso (libreto de W. J. Solha) foi estreada no Virtuosi Festival Internacional de Música, em Recife?PE. Sua segunda incursão no gênero ? a Ópera do Mambembe Encantado (libreto de Tarcísio Pereira) ? abriu a 1ª Bienal de Ópera Atual ? BOA, em setembro de 2016, como parte da programação cultural do MinC junto aos jogos olímpicos do Rio de Janeiro. Seu trabalho na teoria da música tem sido divulgado em periódicos nacionais e internacionais, como o Contemporary Music Review, Em Pauta, Per Musi, Musica Hodie e Claves. Também tem realizado palestras, oficinas e cursos em universidades e outras instituições, nacionais e estrangeiras, como Université de Montreal (Canadá), University of Music and Dramatic Arts (Áustria), USP, UFRJ, UFPR, UFRN, UFCG, UFMT, UFPE, UNB, Programa Cultura e Pensamento do MinC, Virtuosi Festival Internacional de Música, SESC (Recife, Rondônia), dentre outras. Foi regente do Madrigal da UFRN, Natal (1986 e 1987); do Grupo Anima (de música antiga), João Pessoa (1985 a 1989); e do Coral Universitário da Paraíba Gazzi de Sá, João Pessoa (1985 a 1989; 1992 a 1996); com os quais se apresentou inúmeras vezes em várias cidades do País. É membro da Academia Paraibana de Cinema (cadeira n. 50). Sua experiência é na área de Artes, com ênfase em Composição Musical, Teoria da Música e Musicologia. Tem atuado nos seguintes temas: música contemporânea, linguagem musical, técnicas composicionais, música desfragmentada, música contextualizada, música e temporalidade, ópera, harmonia tonal, sistemas musicais.