O percurso do grupo resume-se: das alienações aos fetichismos, estudos sobre a vida cotidiana, a partir de discussões de clássicos sobre o tema e sua atualização. Ao nível da Geografia, insistimos na produção do espaço e do tempo, constituindo a cotidianidade e sua crítica. As pesquisas individuais e coletivas examinam seu sentido na formação brasileira. A mobilidade do trabalho acresce-se da mobilidade do habitat, considerando a mercantilização do espaço. Esta postura teórica e metodológica tem como foco expor os conteúdos conceituais da Geografia ao crivo da teoria social crítica. Das etapas do projeto coletivo, entre outras, constam a publicação do livro Atravessando a Geografia, Marx, Lefebvre e os Situacionistas I (2017, com versão em francês) e em edição o seu 2.º volume (2022); e Fragmentos de Brasil en Pandemia: aforismos de la crisis (2022), junto aos grupos Ciudades Invisíveis, Universidade do Mar Egeu, Grécia) e Subjetividad y Teoría Crítica (Universidade de Puebla, México).